Quem sou eu

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Sociólogo pela Universidade de Haifa, especialize-me em abrir caminhos dentro do conhecimento judaico e melhorar a comunicação entre judeus e não judeus. Este é um caminho aberto para se comunicar com os judeus de Israel, EUA, Canadá, Europa ou aqueles que vivem em países da América Latina, mas não falam Português (no Brasil) ou espanhol (todos os outros países, além das Guianas)

Tazria-Metzorá * ONG TORÁ NEWSLETTER


      Parashá Tazria

        Seguindo a ordem da criação quando o ser humano foi criado depois dos animais , a Parashá anterior nos ensinou sinais de pureza animal e a nossa Parashá nos ensina conceitos básicos de pureza familiar.  
         A Parashá nos conta que a mulher que tem a alegria de se tornar mãe de um filho tem que passar por um pequeno procedimento de purificação , um "detox espiritual" antes de voltar à vida conjugal começando com uma etapa de cinco dias que começa no início do sangramento do parto e pode ser​ chamada de dias "não limpos" (mesmo tendo o sangramento terminado antes dos cinco dias) . Se o fluxo de sangue já parou, no quinto dia ela faz um "hefssek Tahará" (Todos os detalhes de "como" fazer isso podem ser encontrados na nossa página de "Tahará [casadas]"  https://ongtora.com/mikve/ )

Depois do Hefssek Tahará ela conta sete dias limpos (fazendo uma verificação todo dia para ver se eles ainda estão limpos de verdade) e no final do sétimo dia limpo ela mergulha no Mikve . Depois disso poderá voltar à vida conjugal (daqui vemos que as mulheres da antiguidade eram realmente muito fortes!). Se ela teve a alegria de se tornar mãe de uma filha ela também conta cinco dias a partir do começo do sangramento do parto e sete dias limpos mas só vai para o Mikve dois dias depois disso para completar catorze dias a partir do parto. No oitavo dia do parto de um filho, se o recém nascido estiver saudável é feito o "Brit Milá" mesmo se for Shabat. 

A palavra "Tazria" (semear) é usada na nossa Parashá para a mulher que dá a luz , nos indicando que mesmo ela tendo um aborto que não tem nenhuma consistência humana e se parece com um sêmen, mesmo assim é considerado que ela teve um filho em relação às leis de pureza familiar , e não só isso, mas filhos verdadeiros que também vão ressuscitar na ressurreição dos mortos, como escreveu o Rav Moshe Feinstein à um aluno que lhe comunicou o fato de sua mãe ter tido vários abortos :-"Em breve quando for a vontade Divina de os mortos ressussitarem você terá irmãos Tzadikim que nunca na vida provaram o gosto de um pecado" (igueret Moshe). Então, se você teve um aborto , você também é mãe e no futuro vai ter orgulho do seu filho (ou filha) , e que isso aconteça já em breve em nossos dias !
 
Parashat Metzorá
     A Torá nos conta sobre manchas que poderiam aparecer nas paredes das casas, nas roupas e nas pessoas. Essa mancha é chamada de "Nega Tzaraat" , a pessoa portadora dela é chamada de "Metzorá" . Isso foi traduzido erroneamente como lepra, doença causada pelo Mycobacterium leprae , mas é um verdadeiro erro de tradução como veremos a seguir:

Don Itzhak Abarbanel foi o grande Tzadik que encorajou os judeus espanhóis na época da inquisição a deixarem a Espanha e não fazerem idolatria . Ele nos explicou que a "Tzaraat" não é uma doença física mas sim uma "praga" mandada dos céus que aparecia de uma maneira sobrenatural e sua cura era por meio de um ritual espiritual como ele explica detalhadamente: 

1- O Cohen começa a purificação do "Metzorá" com o abate de um pássaro​ em um pote de barro , nos mostrando que o ser humano é como um pote de barro na mão do seu artesão que vai modelando ele de acordo com a sua vontade. (nos indicando que a Tzaraat vem de Hashem para melhorar nossa forma , nosso caráter)

2- Dentro desse pote de barro aonde é feito o abate do pássaro são colocadas águas​ de fonte (em hebraico "águas vivas") representando a Torá que está no coração de cada um de nós , e por não termos guardado ela da maneira correta morre o pássaro abatido. (representando que a Tzaraat aparece por meio de nossas ações e não por contágio)

3- Um pássaro vivo é mergulhado (mas continua vivo) no sangue do pássaro​ morto , nos ensinando que a "Tzaraat" por natureza não é doença e nem é contagiosa (como no caso da lepra pelas vias respiratórias) mas sim um decreto Divino ligado ao comportamento errado daquela pessoa (representando pelo pássaro morto).

4- A cura de "Tzaraat" não acontece de maneira natural mas sim de maneira milagrosa, e por isso o "Metzorá" vai para o Cohen e não para o médico.

5- A "Tzaraat" da roupa e da casa é a mesma que a das pessoas e ela não tem nenhum vínculo à doenças do corpo humano, o fato de que a mesma Tzaraat pode aparecer em paredes (mineral) e em roupas (vegetal e animal) nos obriga a ver a Tzaraat como expressão​ sobrenatural, milagrosa .

Conclusão: depois dessa explicação tão detalhada do don Itzhak Abarbanel vemos que o certo é transcrever a palavra Tzaraat e não pegar uma tradução errada que a fonte dela é aquela mesma idolatria que por causa dela don Itzhak Abarbanel teve que sair da Espanha com seiscentos mil judeus na inquisição !

A "Tzaraat" era um decreto Divino que afetava principalmente pessoas que causavam intrigas entre marido e mulher ou entre uma pessoa e outra, pessoas que causavam separações, por isso primeiro o Metzorá era separado do acampamento (por que causou separações) e depois sua purificação envolvia dois passarinhos (que tem a característica de piar na casa de um e na casa de outro representando o que ele fazia) .  

Mas nem sempre a Tzaraat era um decreto Divino para corrigir a personalidade da pessoa (enriquecê-la espiritualmente) , de vez enquando a Tzaraat era um decreto Divino para enriquecer a pessoa materialmente , como conta o Midrash em nome de Rabi Shimon Bar Yohái que quando os povos de Cnaan ouviram que o povo de Israel estava se preparando para vir conquistá-la, se prepararam para nos "receber", e entre outras coisas esconderam dentro das paredes e embaixo do piso das casas todos os seus tesouros. Depois, quando fugiram, muitos esqueceram ou não tiveram tempo de pegar os tesouros, que continuaram escondidos nas paredes​. Conta o Midrash que o bom D'us disse :- Prometi para o povo de Israel casas repletas com tudo de bom, e quem vai avisar eles sobre os tesouros que eles têm em casa? Portanto, continua o Midrash, quando aparecerem sinais de Tzaraat a pessoa vai ser obrigada a demolir a casa é aí ele encontra os tesouros escondidos! Então a Tzaraat , e como consequência a destruição das casa , eram uma grande alegria para eles porque dessa maneira eles encontravam fortunas escondidas.

Daqui aprendemos um ensinamento básico para todos os acontecimentos de nossa​ vida: Quando temos "tzarot"(sofrimentos​) e achamos que estamos passando por uma fase ruim e que D'us esqueceu só de nós, temos que nos lembrar que por causa dessas "tzarot" vamos descobrir tesouros - hotzarót* - de todos os tipos​ que não descubriríamos a não ser por meio (no mérito) dessas tzarot, como disse o rei David no Tehilim:- "de noite dormimos chorando e de manhã acordamos cantando" , ou seja, a mesma coisa que causou para nós dormir chorando, ela vai nos fazer acordar cantando! E não se trata de pegar experiência com as "tzarot" mas sim tesouros verdadeiros , ou seja, depois que a "casa quebra" ficamos ricos de verdade!
E principalmente agora que já passamos por todos os sofrimentos​ já está na hora de Mashiach chegar e veremos com nossos próprios olhos que nunca existiram sofrimentos, mas tudo era a bondade Divina oculta que agora chegou a hora de ela se revelar em breve em nossos dias!

* a palavra Tzarot em Hebraico vira Hotzarot (tesouros) quando colocamos à frente dela a letra "H" do Nome de Hashem.

Agradecemos profundamente à Fernanda e Elias Messer que por meio de sua empresa Line Life apóiam a nossa ONG TORÁ.

Nossos agradecimentos à família Nasser, à família Grossmann (grupo Facislito) , à família Guttmann, ao hotel Rojas , às famílias Gueler e Rabinovich , à empresa Neeman despachantes aduaneiros, à família Mamprim , à família Grinspun e à todos vocês que estão nos apoiando, que Hashem dê à eles e à todos vocês muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família!!

Para o horário de acendimento das velas de Shabat na sua cidade acesse ao nosso site www.ongtora.com

Garantindo a nossa prosperidade - Ben Ish Chai

    Era uma vez uma escada com dez degraus encostada na lateral de uma casa. Mesmo sendo cada degrau exatamente da mesma dimensão e feito da mesma madeira, o mais alto sentia-se superior a todos os outros degraus. Embora tivesse um sentimento de arrogância em relação aos degraus mais baixos, ele era particularmente insolente com o degrau inferior da escada, que pendia muito abaixo dele e apenas a uma curta distância do chão. Olhando com condescendência para os degraus, ele gritava com grande orgulho: “Eu fui escolhido para ficar acima de vocês e, portanto, sou o degrau maior e mais importante de todos”.


Enquanto o degrau superior fazia suas observações sem sentido, um vizinho passou e ouviu a sua arrogante declaração. Ele rapidamente estendeu a mão e começou a virar a escada ao contrário. Logo o degrau mais baixo sentiu-se voar até o topo, enquanto o degrau mais alto, de repente viu-se caindo do ponto mais alto ao mais baixo! Quando o degrau arrogante viu o que aconteceu, ele imediatamente se arrependeu de toda a sua presunção. O degrau mais baixo, que agora se encontrava no topo da escada, tomou muito cuidado de não nutrir nenhum sentimento de orgulho, pois não queria sofrer o mesmo destino do degrau orgulhoso.


A escada nesta parábola é uma alusão à dinâmica espiritual da riqueza neste mundo. A partir de nossa perspectiva terrena parece que o dinheiro vem às nossas mãos através dos esforços que fazemos, ou seja, nosso trabalho, criatividade ou profissão. Na verdade, cada centavo que entra em nossas mãos foi decretado anteriormente nos Céus. D'us sozinho decide quem deve ser rico e quem deve ser pobre.


Se uma pessoa é rica, que lembre que foi o Todo-Poderoso sozinho Quem a abençoou com toda a sua prosperidade. Ao refletirmos sobre essa verdade, a arrogância não trará a reversão de nossa sorte. Pelo contrário, manteremos um sentimento de humildade e permaneceremos com nossas posses e/ou riquezas!

 

 




 

* Ben Ish Chai é um dos livros escritos pelo Rabino Yossef Haim (Bagdá, Iraque, 1833-1909)



Tazria - Metsorá: uma das maiores porções da Torá

Assuntos Principais da Parashá Tazria


Leis de uma parturiente (12:1-8)

Durante a época do Templo, uma parturiente de um filho varão deveria guardar um período de sete dias de impureza e levar uma oferenda ao Templo. Findo o sétimo dia deveria submergir no micvê, mas seu período de pureza culminaria apenas no quadragésimo dia, quando levasse sua oferenda ao Templo. A parturiente de uma menina submergia após um período de catorze dias de impureza e levava sua oferenda ao Templo sessenta e seis dias após sua imersão no micvê, ou seja, oitenta dias depois do parto.  

No oitavo dia do nascimento os meninos eram circuncidados.


Chaga de Lepra no homem (13:147)

A Torá explana as leis relativas ao homem acometido por Tsaráat, uma espécie de lepra inexistente em nossos dias. Os diferentes tipos deste tipo de lepra surgem como manchas ou chagas na pele, modificando sua cor ou dos pelos. Uma pessoa com suspeita de Tsaráat precisava ver um Cohen, pois só ele tinha competência para fazer o diagnóstico correto. Em alguns casos, quando não se podia afirmar com exatidão tratar-se de lepra ou de uma enfermidade passageira, o Cohen isolava o enfermo por sete dias. Somente após este período, em certos casos após mais uma semana para averiguação, o Cohen podia determinar tratar-se de uma Tsaráat, pelo modo como se desenvolveu a doença.

De qualquer forma, quando havia suspeita de Tsaráa, a pessoa precisava submergir num micvê. A pessoa em questão precisava isolar-se do resto do acampamento e a ela aplicavam-se todas as leis enunciadas na parashá Metsorá.


Chagas nas roupas (13:48-59)

A chaga da Tsaráat também podia se manifestar nas vestes de uma pessoa. Quando surgiam manchas verdes ou vermelhas na roupa era preciso mostrá-la a um Cohen.  Se havia suspeita de Tsaráat a roupa era recolhida e separada por sete dias para averiguar se a chaga havia se espalhado pela veste. Se a suspeita fosse confirmada, era preciso queimar esta peça de vestuário. Em outras ocasiões o Cohen mandava lavar a roupa e guardar mais um período de averiguação. Em alguns casos o Cohen se contentava em cortar a parte afetada da roupa e permitir o uso da parte livre de contaminação.

Mesmo quando a mancha desaparecia após a lavagem e purificação por parte do Cohen, era preciso mergulhá-la até sua completa purificação.

(esta parashá contém 67 versículos) 



Assuntos Principais da Parashá Metzorá



Leis relativas ao Metsorá – leproso (14:1-32)

Quando uma pessoa era diagnosticada como Metsorá (leproso), precisava isolar-se “fora do acampamento”, ou seja, não poderia circular pelo pátio do Santuário, nem pelas residências dos Levitas e até nos acampamentos dos israelitas.

Quando certificava-se de lepra haver sarado por completo, o Cohen visitava a pessoa afetada e só então começava o processo de purificação: o Cohen tomava dois pássaros vivos, puros, e pau de cedro, carmesim e hissopo.

Um dos pássaros era degolado num utensílio de barro sobre águas vivas. O pássaro vivo era mergulhado junto ao pau de cedro, o carmesim e o hissopo, no sangue do pássaro degolado, sobre as águas vivas, sendo o sangue aspergido sete vezes sobre a pessoa afetada e o pássaro vivo solto sobre a face do campo.

Após este ritual, a pessoa já purificada mergulhava no Micvê e habitava fora do acampamento por mais sete dias. Findo este período, ela raspava todo o seu pêlo, a cabeça, a barba e as sobrancelhas. No oitavo dia, tomava dois cordeiros sem defeito, e uma ovelha da idade de um ano, sem defeito, e três décimas partes de uma efá de flor de farinha de trigo como oblação, amassada no azeite, e um log de azeite para serem oferecidos no Templo. Após estas oferendas, cada qual de acordo com seu ritual, o Cohen tomava do sangue de um dos cordeiros e o punha sobre o lóbulo da orelha direita daquele que havia de se purificar, sobre o polegar de sua mão direita e sobre o polegar de seu pé direito.  O logo de azeite era deitado sobre a palma da sua mão esquerda {na direção do Templo} e o restante do azeite era derramado sobre sua cabeça.

Se o leproso não puder arcar com as despesas acima, poderá trazer dois pombos ao invés dos carneiros.


Lepra nas residências (14:33-57)

Quando a lepra incidia numa residência, as paredes tomavam uma tonalidade esverdeada ou avermelhada. Um Cohen deveria ser chamado e de acordo com seu diagnóstico a casa ficaria isolada por sete dias. Se a lepra incidisse além deste período, o Cohen deveria determinar a retirada das pedras infestadas e sua remoção para fora da cidade.  No lugar deveriam ser colocadas novas pedras e a parede poderia ser rebocada apropriadamente. Se a incidência voltasse, o fenômeno seria diagnosticado como lepra maldita. Neste caso a casa seria totalmente derrubada e as pedras removidas para fora dos limites da cidade.

Tudo o que se encontrava naquela casa, pessoas e utensílios, deveriam ser imersos no micvê durante o período de isolamento da casa.

Findo este período, se constatado que a infestação cessou, o Cohen deveria proceder como no caso da purificação de um Metsorá, tomando dois pássaros vivos, puros, e pau de cedro, carmesim e hissopo. Um dos pássaros era degolado num utensílio de barro sobre águas vivas. Ao pau de cedro enrolava-se uma mecha de lã colorida. O pássaro vivo era mergulhado junto ao pau de cedro, o carmesim e o hissopo, no sangue do pássaro degolado, sobre as águas vivas, sendo o sangue aspergido sete vezes sobre a pessoa afetada e o pássaro vivo solto sobre a face do campo.


Zav (homem que emite fluxo de sêmen), a Zavá (mulher que emite fluxo de sêmen) e a Nidá (mulher em estado de impureza ritual) (15:1-33)

Um homem ou mulher que emanam um fluxo de sêmen ficam impuros. Em certos casos a impureza é sanada com imersão imediata em águas puras, em outros devem contar sete dias de pureza e só então mergulharem no micvê. Em outros casos devem ainda oferecer dois pombos como sacrifício e só então tornar-se-ão livres de sua impureza. O contato com um Zav ou Zava é também um fator impurificador, portanto, quem os toca, ou mesmo no lugar em que eles se sentam ou em suas camas, precisa se purificar imergindo num micvê.

(esta parashá contém 90 versículos; junto a Tazria somam 157 versículos)

A Internet, o Shabat e a era Messiânica

Em Shemót (Êxodo) 16:29, lemos:

"E no dia do Shabat fique cada um em seu lugar, que não saia ninguém de onde está"

Podemos entender isto como uma proibição, para evitar as pessoas de se trasladarem e deste modo infringirem algumas regras básicas do Shabat, como não carregar, não montar um animal, não dar a partida no carro, não levar dinheiro para a viagem e tantas outras.

Mas também podemos entende-lo de outra forma:a Era Messiânica é considerada como o dia de um enorme Shabat (yom sheculó Shabat), todo ele dedicado à espiritualidade.

Antigamente, e não muito tempo atrás, a pessoa teria que se deslocar para poder comprar algo, ir à feira para se abastecer, ir ao banco retirar dinheiro etc.

Hoje posso estar sentando diante deste computador escrevendo para você de qualquer lugar do planeta, acessar minha internet e pedir comida para ser entregue onde estiver e pagar com o cartão sem sequer tocar no dinheiro. Isto nos deixa livres para locomoção e ação muito mais prolongadas.

Obviamente temos o lado da preguiça e da falta de interatividade com outros seres humanos, o que pode facilmente ser resolvido se nos dedicarmos a fomentar nossas amizades utilizando justamente esta facilidade dos nossos dias.

E mais: será que alguém tem dúvida de que se o Mashiach chegar, todos saberão?

Hashem tem tudo calculado, é só abrir os olhos, compreender que tudo caminha para um mundo melhor e mais perfeito, e que nossa parte é primordialmente construir para nós mesmos um bom caráter e nos relacionarmos bem com os demais. O resto se faz sozinho,


Existe 'Mau Presságio' ? e-mussar

       
      
Antigamente, até a época do Templo Sagrado de Jerusalém, uma pessoa que falasse lashon hará (maledicências e fofocas) contraia uma doença chamada tzaraat. A mensagem era que, assim como ela expôs as falhas de outra pessoa através de seus comentários, igualmente as suas falhas eram expostas ao público ao contrair esta enfermidade. A cura para esta doença é que a pessoa ficasse isolada e refletisse sobre as suas próprias deficiências. 

Ao focarmos sobre as falhas dos outros, somos chamados pelo Tribunal Celestial a prestar contas para corrigir os nossos próprios defeitos. Porém, ao focarmos sobre o lado positivo dos demais, o Todo-Poderoso também não irá ‘investigar’ e ‘inspecionar’ as nossas falhas e irá concentrar-Se exclusivamente no nosso lado positivo.

Evitemos, portanto, falar, dizer ou ‘comentar’ toda e qualquer observação indecorosa sobre os demais. Nossas vidas serão mais tranquilas, harmônicas e seremos queridos e respeitados por todos!




Baseado nos escritos do Rabino Israel Salanter (Lituânia, 1810-1883)





Quais são os animais permitidos ou proibidos pela Torá - Ong Torá responde

 Sh'mini - animais permitidos e proibidos

      Sinais de pureza animal = Kashrut ou Cashrut do leite e da carne

        Nossa Parashá nos conta que a Torá classifica os animais que ruminam e tem o casco fendido como animais "puros" e portanto podemos beber seu leite e comer sua carne (lembrando que para comer a carne do animal não é o suficiente ele ter esses dois sinais mas também tem que passar por um procedimento de abate Kasher , o sangue tem que ser retirado [também na nossa Parashá] e temos que tirar dele um nervo [em Latim nervus ischiadicus]  quando você compra a carne em um açougue Kasher [ Livenn] tudo isso já foi feito) .


       O Shochet (judeu religioso que faz o abate Kasher) só pode fazer o abate de um animal que seu professor de Shchitá aprendeu a fazer (que com certeza não era uma girafa). Conclusão: se você descobre em algum lugar um novo animal com esses dois sinais você só poderá​ tomar o leite dele!
Animais com somente um sinal de pureza não são Kasher       A Parashá nos conta sobre quatro animais que são classificados pela Torá como impuros por terem somente um sinal de pureza. Os nomes deles em hebraico são :Chazir , Gamal , Arnevet e Shafan , não podemos usar seu leite nem comer sua carne. O Gamal, a Arnevet e o Shafan são  ruminantes e não tem casco fendido, o chazir tem o casco fendido mas não é ruminante. 


    O Chazir é traduzido diretamente como "porco", único animal no mundo que tem casco fendido e não rumina. O Gamal é o camelo, ele rumina mas sua pata é parecida com uma pequena almofada , não é casco (o camelo , o dromedário, o lhama, a alpaca, a vicunha e outros camelídeos são todos raças de uma mesma espécie , cruzam- se entre si e tem filho fértil como foi feita a experiência nos U.A.E.). 

      Fora eles não encontramos outros animais com essa classificação! 

      Então quem são o Shafan e a Arnevet ?   

Raças e espécies:

      Nas traduções antigas da Bíblia para o grego , depois para o latim e de lá para as demais línguas , o Shafan é traduzido como Coelho e a Arnevet como lebre. O primeiro problema com essa tradução é que a Torá fala sobre quatro animais diferentes, quatro espécies e não quatro raças. O que determina a espécie pela Torá é o fato de eles se cruzarem entre si e terem um filho fértil, isso é a prova de que pertencem à mesma espécie e que essa espécie saiu da arca de Noé e recebeu a benção de Hashem para se multiplicar. Quando uma espécie se cruza com outra, ou não tem filhos ou o filho não é fértil porque que essa nova espécie não saiu da Arca de Noé e não recebeu a Brachá de Hashem para se multiplicar. 

         Noé colocou na arca somente um cachorro e uma cadela e hoje vemos inúmeras raças de cães , tão diferentes umas das outras que parecem espécies diferentes, mas a prova de que são somente raças de uma mesma espécie é que todos se cruzam entre si e tem filhos férteis (no Brasil esse é o famoso "vira latas"). O coelho e a lebre cruzam-se entre si e tem filho fértil constatando que são apenas duas raças de uma mesma espécie.

Erros de tradução gravíssimos:Outro problema (que é o principal) é que nem o Coelho e nem a Lebre são ruminantes . O editor do primeiro dicionário de hebraico atual , Even Shoshan, teve que traduzir Shafan e Arnevet como Coelho e lebre por assim terem sido traduzidos anteriormente pelas traduções da bíblia para outras línguas, mas sabendo que esses animais não conferem com o Shafan e a arnevet da Torá disse que provavelmente devem ser um Coelho e lebre do "extremo oriente" (termo usado antigamente para dizer que esse animal caso exista está bem longe de nós e nunca o vimos). Hoje que os animais do "extremo oriente" também foram classificados não encontramos dois animais que ruminam mas não tem casco fendido fora o camelo (em todas as suas versões). Tentaram justificar que o Coelho quando come acaba comendo as próprias fezes junto, mas isso não pode considerar ele ruminante porque o porco também faz assim e a Torá diz que o porco não rumina. Tentaram dizer que ele move a boca como ruminante mas isso muitas espécies de animais fazem. Conclusão , o Coelho não é o Shafan e a Arnevet não é a lebre, e o Shafan e a Arnevet são dois animais que não foram mais encontrados, dois animais extintos. Como os gregos erraram tão fatalmente nessa tradução ? Talmai, rei da Grécia que dominava a terra de Israel , prendeu setenta sábios em setenta torres que se encontravam em setenta lugares diferentes sem que um soubesse do outro, e ordenou a eles traduzir a Torá para grego. Cada um dos setenta Sábios pensava que só ele estava traduzindo a Torá para o grego e mudou algumas coisas que pudessem causar algum problema para o nosso povo. Uma das coisas era o nome da Arnevet que na sua tradução para o grego seria o nome da rainha da Grécia. Cada um desses sábios separadamente imaginou que o rei ficaria furioso se o nome da rainha fosse vinculado a um animal impuro e também ficaria furioso se a tradução não fosse feita, talvez nessa hora de emergência jogaram o nome da Arnevet à lebre e talvez foi aí que tudo começou. Ou talvez o erro aconteceu de outra forma, mas porque ninguém nunca corrigiu isso? Será que ninguém quer assumir que leva dois mil anos para se descobrir um erro ou realmente não faz diferença? Talvez para os povos do mundo não importa quem são o shafan e a arnevet , sendo que para eles não tem muita relevância se o animal é impuro por ter um sinal de pureza ou por não ter nenhum , mas para nós esse assunto é gravíssimo pelo fato de a Guemará em Hulin 60b dizer que o fato de Moshe Rabeinu, sem ter experiência com animais exóticos, saber que somente quatro especies de animais no mundo inteiro tem somente um sinal de pureza é um argumento para provar que a Torá é Divina , e quando usamos a tradução cristã da Torá sobre o Shafan e a Arnevet estamos fazendo o contrário, colocando na mão de  todos uma prova contrária. Talvez ninguém queira corrigir esses erros de tradução para não assumir que errou durante dezenas de anos desde a primeira tradução Judaica da Torá, mas é melhor corrigir isso agora transliterando Shafan e Arnevet e não traduzido como coelho e lebre sendo que a tradução está explicitamente errada. Como diz o ditado "antes tarde do que mais tarde" , mas cada dia que passa... oy vavoy !


Oração para mulher no último mês de gestação, do Sábio Chidá (Rabi Chaim Yossef David Azulay).




Fonte: ANENI, Rezas Especiais para Ocasiões Especiais, paginas 86-89.

Chaim Yosef David Azulai - o Chidá - yurzait 11 de Adar.

Chaim Yosef David Azulai ben Yitzhak Zerachia (1724 -1806) - חיים יוסף דוד אזולאי

Ficou mais conhecido como o Chidá (sigla de seu nome, חיד"א ), era um erudito rabínico nascido em Jerusalém Notável bibliófilo , e um pioneiro na publicação de escritos religiosos judaicos.

Chaim Yosef David Azulai.jpg
Detalhes pessoais
Nascido1724
Jerusalém , Israel
Morreu1 de março de 1806 
Livorno , Etruria
CriançasRaphael Isaiah Azulai ,
Abraham Azulai
Assinatura
Assinatura de Chaim Yosef David Azulai

Haim Yosef David Azulai nasceu em Jerusalém, onde recebeu sua educação de alguns estudiosos proeminentes locais. Ele era o descendente de uma proeminente família rabínica, o tataravó do rabino marroquino Abraham Azulai. 

A parte Yossef de seu nome veio do pai de sua mãe, o rabino Yosef Bialer, um erudito alemão. 

Seus principais professores foram os rabinos Yishuv haYashan Isaac Hacohen Rapoport , Shalom Sharabi e Haim ibn Attar (o Or HaHaim ). 

Em idade adiantada mostrou a proficiência em Talmud, Cabalá, e história judaica, aos 12 já estava compondo chidushim em Hilchot Melichah."

Em 1755, foi eleito emissário ( shaliach ) para a pequena comunidade judaica na Terra de Israel , e viajaria pela Europa extensivamente, marcando impressão em cada comunidade judaica que visitou . 

De acordo com alguns registros, deixou a Terra de Israel três vezes (1755, 1770 e 1781), vivendo em Hebron. Suas viagens o levaram para a Europa Ocidental, África do Norte e - de acordo com a lenda - para a Lituânia , onde conheceu o Gaon de Vilna.

Traslado do corpo para Israel 
Em 1956, no 150º aniversário da morte de Hida, o Rabino Chefe de Israel Yitzhak Nissim começou a trabalhar em um plano para reenterrar o Chidá em Israel. Isso incluiu a obtenção da aprovação e cooperação da comunidade judaica de Leghorn , a aquisição de um terreno especial de 600 metros quadrados em Har Hamenuchot e construção de um Ohel sobre a sepultura . Na terça-feira, 20 Iyar 5720, 154 anos depois de seu falecimento, o desejo escrito final de Chidá de retornar a Israel, "se tornou realidade".

Fonte auxiliar: Wikipedia

Hilel e sua mensagem para os não judeus


Certa vez um romano quis se converter ao Judaísmo

Naquela época (pouco antes da destruição do Segundo Templo em Jerusalém), haviam duas grandes escolas rabínicas, a do Sábio Hilel e a do Sábio Shamai.

Este romano foi primeiramente ter com Shamai, e lhe disse:

 " - Quero me converter na condição de que me digas toda a Torá num pé só."

Shamai o tocou à paulada. Havia um motivo sério para isto, que não cabe aqui discutir.

O romano foi procurar por Hilel com a mesma idéia na cabeça, ao que Hilel redarguiu: 

" -   Não faça aos outros aquilo que não gostaria que te fizessem. 
Essa é toda a Torá, o resto é a comentário; agora vai e estuda."

O tal romano aceitou o conselho de Hilel, pôs-se a estudar e se converteu.

Aparentemente Hilel parecia mais "humanista" que Shamai, embora os dois concordassem que para se converter havia que estudar muito, às vezes anos, e só então converter-se.

Contudo, Hilel acrescentou algo que Shamai também sabia e poderia ter dito ao romano, mas que o Talmud não registrou: toda a Torá lhe poderia ser dita num pé só, pois não sendo judeu ele estava obrigado a cumprir os Sete Mandamentos dos Filhos de Noé!

Esta é toda a Torá do não judeu.


À partir deste compromisso é preciso estudar muito para poder cumprir estes sete preceitos, haja visto que muitas nações até hoje não conseguem fazê-lo.

Vejamos como Hilel teria descrito os Sete Mandamentos da Humanidade, num pé só.



  1. Avodah zarah - Não cometer idolatria: ninguém gosta se gente que quer ser idolatrada, nem gostaria de servir de oferenda para um culto pagão, assim, não permita que outros o idolatrem, confeccionem ídolos para tal uso ou promovam atitudes barbáricas para este intento. 
  2. Shefichat damim - Não assassinar: é óbvio que ninguém quer ser assassinado por isso não deve fazer isto e nem algo que possa levar a isto a outras pessoas.
  3. Guezel - Não roubar: seguramente ninguém quer ser roubado, então não roube os demais.
  4. Guilui arayot - Não cometer imoralidades sexuais: adultério, incesto, gostaria que alguém fizesse com você?
  5. Birkat Hashem - Não blasfemar contra Hashem: ninguém gosta de ser praguejado, tipo "quer D-us te faça isso ou aquilo! - então não faça aos outros.
  6. Ever min ha-chai - Não maltratar aos animais: gostaria que te arrancassem um membro ainda vivo? Não? Então não faça isto aos animais! Caso queira se alimentar deles, isto é permitido pela Torá, mas busque a forma menos dolorosa para tal. Se ajudar, pesquise sobre Temple Grandin, que pesquisou o assunto.
  7. Dinim - Estabelecer sistemas e leis de honestidade e justiça: aqui está mais do que claro que ninguém quer sofrer injustiças, então não seja injusto com o próximo.

Toda a Torá num pé só


Isso é toda a Torá, ou seja, tudo o que um goi precisa fazer, sem precisar se converter.




Sétimo dia de Pêssach neste Domingo ao anoitecer + 1 dia para as diásporas.

BOM DIA! 

Espero que tenhas tido um ótimo Sêder. Se você achou que as ideias passadas nas últimas 4 edições lhe ajudaram, o seu retorno é muito bem-vindo. Passe-me um e-mail contando alguma forma de como o Meór HaShabat ajudou a melhorar o seu Seder (gmeor18@gmail.com).

Segunda-feira e terça-feira (17 e 18 de abril) são os dois últimos dias de Pessach, feriados Judaicos que se estendem até o anoitecer de terça-feira, dia 18. A travessia do Mar Vermelho aconteceu nesta data. (A propósito, Yzkor é na terça-feira).

Desde a noite de terça-feira passada (dia 11) entramos num período de 50 dias dedicados ao nosso auto-aperfeiçoamento, que se encerra com a festividade de Shavuót, em que comemoramos o recebimento da Torá no Monte Sinai.

Por onde começamos a nos aperfeiçoar? O primeiro passo é tomarmos a decisão de mudar. Como seria se tivéssemos um relógio especial em cima do computador ou do smartphone ou da televisão mostrando a contagem regressiva das horas e minutos que restam até sairmos deste mundo? Quanto tempo levaríamos para levantar da cadeira, desligar o computador ou a TV ou o smartphone e fazer todas as coisas que planejamos, pensamos ou sonhamos?

E se além deste relógio especial tivéssemos uma conta bancaria especial, na qual fossem creditados R$ 86.400,00 diariamente, com a única condição de gastá-los ou perdê-los? O que faríamos? É lógico que gastaríamos o dinheiro!

Bem, meus queridos leitores, todos nós temos uma conta especial no Banco do Tempo! A cada dia temos disponíveis exatos 86.400 segundos. O que não investimos sabiamente é contabilizado a cada noite. Podemos colher altos dividendos, mas não devemos deixar a conta estourar!

Para podermos mudar precisamos valorizar nosso tempo e saber que ele é limitado. O período de Sefirat HaOmer trata justamente da valorização do tempo e de como podemos mudar para melhor.

Alguns poderiam dizer: “Rabino, que exagero!” Permitam-me, então, compartilhar novamente com vocês a história de Ric Elias. 

Ric Elias estava sentado na primeira fila do voo 1549 da US Airways que milagrosamente aterrissou no Rio Hudson em Nova York, em janeiro de 2009 (http://pt.wikipedia.org/wiki/Voo_US_Airways_1549). 

O que passou por sua cabeça enquanto o avião condenado descia, com as turbinas desligadas, sem nenhum aeroporto por perto? Ele relatou sua história em público pela primeira vez e contou as 3 coisas que aprendeu na queda do avião. Confira em https://www.ted.com/talks/ric_elias.

Para podermos mudar precisamos valorizar o nosso tempo e saber que ele é limitado. O período de Sefirat HaOmer trata justamente da valorização do tempo e de como podemos mudar para melhor. Seguramente, com a sabedoria da Torá, não precisamos que o nosso avião caia para aprendermos!



Fonte: Meor Hashabat Semanal by Gerson Farberas.


As leis da bênção sobre árvores de fruto florescentes

• Quando se vêem florescer árvores frutíferas pela primeira vez durante o mês de Nissan , deve-se dizer esta bênção:
בָּרוּךְ אַתָּה ה' אֱ-לֹהֵינוּ מֶלֶךְ הָעוֹלָם שֶׁלֹּא חִסַּר בְּעוֹלָמוֹ כְּלוּם וּבָרָא בוֹ בְּרִיּוֹת טוֹבוֹת וְאִילָנוֹת טוֹבוֹת לֵהָנוֹת בָּהֶם בְּנֵי אָדָם.
Transliteração: Baruch atá Ado-nai Elo-heinu melech haolam sheló chissar  beolamó clum, ubará briót tovót veilanót tovót lenanót bahem benei Adam.
Tradução: Bendito és Tu, Senhor nosso D'us , Rei do universo, que nada privou do Seu mundo, e criou nele boas criaturas e boas árvores para dar prazer à humanidade.
• Esta bênção é dita apenas uma vez por ano - a primeira vez que ele a vê.
• Embora a situação ideal seja para que a bênção seja dita durante o mês de Nissan, parece que post facto (bedi'eved) , se não se viam as árvores florescendo até o mês de Iyar , seria permitido dizer a benção.
• É permitido que alguém diga esta bênção mesmo no Shabat e nos feriados.
De preferência, deve-se fazer um esforço para que a bênção seja dita quando se vêem duas árvores ao mesmo tempo. No entanto, se houver apenas uma árvore, a bênção ainda pode ser dito.
• A bênção não deve ser dita em árvores que produzem frutos que são cruzados de duas espécies.
• Na Austrália e em outros países do hemisfério sul, onde as árvores florescem durante os meses de Elul e Tishrei , a bênção pode ser dita naquela época

O Segredo do Otimismo

            O Midrash (Bereshit Raba 100:2) nos diz que após a morte de Rav Yirmia, ele deixou instruções em seu testamento para ser enterrado vestido com finas roupas brancas, com sua bengala na mão, sandálias nos pés e ao lado da estrada. 
            Qual a razão para este pedido incomum? A resposta é que ele queria estar pronto para tomar parte na redenção final do Povo de Israel assim que ela ocorresse. A intensidade de sua fé - para estar preparado para a geulá mesmo depois que deixou este mundo - é profundamente comovente.
  Um dos princípios fundamentais da redenção é que quando vier, ela se manifestará imediata e instantaneamente. A perspectiva que a Torá exige de nós é um leal e contínuo otimismo de que o bem e a luz derradeiros estão iminentes.

        Além disso, há uma correlação direta entre o nível de preparação e o nível de redenção que cada um receberá! Por exemplo, quando uma pessoa pede um táxi, o motorista concede uma quantidade razoável de tempo ao passageiro para recolher seus pertences e vestir o casaco. No entanto, quando a pessoa aguarda o metrô, não há margem para manobra. Ou a pessoa está na estação e preparada para embarcar assim que o vagão chegar ou irá perdê-lo.

        Que possamos preencher as nossas mentes e corações com fé para que possamos merecer ver a redenção final em breve, com o final de todos os problemas, em nossos dias!

Linha que servirá o Beit Hamikdash em Jerusalém

Baseado no livro Daat Torá do Rabino Yerucham Halevi Levovitz - (Lituânia e Polônia,  1874-1936)
 Para receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br
         

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