Quem sou eu

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Sociólogo pela Universidade de Haifa, especialize-me em abrir caminhos dentro do conhecimento judaico e melhorar a comunicação entre judeus e não judeus. Este é um caminho aberto para se comunicar com os judeus de Israel, EUA, Canadá, Europa ou aqueles que vivem em países da América Latina, mas não falam Português (no Brasil) ou espanhol (todos os outros países, além das Guianas)

O povo primeiro, depois a fé. Conversão ao Judaísmo.


O judaísmo é uma religião que aceita conversão (em hebraico: גיור‎, giyur). 
Uma Conversão ao judaísmo é a entrada de um não-judeu na comunidade judaica seguindo assim a Torá e as leis da Halachá como qualquer outro judeu. 

No entanto, o judaísmo proíbe o proselitismo, ou seja, não encoraja as conversões.


O processo de conversãoEditar

O Processo da Conversão ao judaísmo é demorado, variando de um a dois anos dependendo do tempo de estudo e determinação. Pode ser rápida ou demorada, todavia, quanto mais determinado o candidato, mais fácil será a conversão para este.

Conversão ortodoxaEditar

A Conversão ortodoxa segue as Leis da Halachá. É também a forma de conversão mais demorada, pois o rabino em questão deve avaliar a sinceridade do candidato tornando assim a conversão mais difícil. Ela é gratuita, sendo que, no Brasil, o único gasto que o candidato tem que fazer é uma viagem para Israel ou para os Estados Unidos para finalizar a conversão perante um tribunal rabínico (Beit Din). Em Portugal, geralmente utilizam-se tribunais rabínicos da Inglaterra, Marrocos, França ou Israel.



Conversão Masorti
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As autoridades do Judaísmo Conservador (também conhecido como Masorti fora dos Estados Unidos e Canadá) requerem que as conversões sejam conduzidas de acordo com a Lei Judaica tradicional (Halachá). Efectuar uma conversão sem os tradicionais requisitos de imersão ritual e circuncisão para os homens é uma violação dos Padrões da Assembleia Rabínica punível com expulsão para o rabino que a efectuar. As autoridades Masorti geralmente reconhecem qualquer conversão feita segundo os requisitos da Lei Judaica, mesmo que que seja efectuada fora do movimento conservador.



As leis de NoéEditar

É importante que o candidato à conversão esteja praticando as Leis de Noé, ou seja, é importante que o candidato já seja um Bnei Noah (do hebraico בני נח: Filho de Noé). As Leis de Noé, originalmente dadas a Adão e depois a Noé para toda humanidade,então mesmo que um não-judeu não queria praticar o judaísmo deve seguir as Leis de Noé. Segundo o judaísmo a Torá é uma verdade de Deus para a humanidadejudia ou não. A Torah é ensinada em sinagogas. As leis são as seguintes:
  • Acreditar em um D'us - Não aceitar qualquer forma de idolatria;
  • Honre a D'us - Não blasfeme;
  • Preserve a Vida Humana - Não Mate;
  • Respeite os laços familiares - Não cometa adultério, incesto e outros relacionamentos proibidos;
  • Respeite os bens dos outros - Não Roube;
  • Respeite todas as Criaturas - Não se alimente de carne tirada de um animal ainda vivo;
  • Estabeleça tribunais Honestos e Um sistema Legal e Justo.

Fonte partial - Wikipedia.

Devemos dividir a nossa única Matzá?


Bs"d

                     Devemos dividir a nossa única Matzá?


Através das gerações ouvimos relatos de Yehudim que tiveram que colocar a vida em perigo para poder cumprir uma Mitzvah nas circunstancias mais difíceis.
Erev Pessach durante o Holocausto, esta foi uma das perguntas que surgiram nos Campos de Concentração: dois Yehudim arriscaram a vida para poder obter uma Matzá e cumprir a Mitzvah da noite do Seder. Depois de esforços extraordinários conseguiram uma Matzá e estavam radiantes de alegria. Mas após uma pequena reflexão, perceberam que neste pedaço só tinham o suficiente para um Kezait, que é a quantidade mínima necessária por pessoa para se cumprir a Mitzvah de comer Matzá na noite de Pessach. Por isto surgiu a pergunta, como fazer para cumprirem esta Mitzvah?

Um deles sugeriu que se fizesse um sorteio, e o vencedor ficaria com a Matzah, e assim, pelo menos um deles cumpriria a Mitzvah como se deve. O outro retrucou que deveriam cortar o pedaço pela metade e assim cada um poderia cumprir a mitzvah com meia quantidade. Ele pensou que já que nas proibições também, comer a metade da medida de uma comida proibida é uma transgressão, assim também, comer metade da quantidade de uma Mitzvah pode ser considerado uma Mitzvah.

Esta dúvida, explica o Rav Yitzchak Zilberstein, shlita, é trazida no Shaarei Teshuva (472),  o comentário do Shulchan Aruch, onde ele discute o que deveriam fazer dois prisioneiros ou dois viajantes no deserto, quem só têm um pedaço de Matzah. Embora eles são “sócios” nesta Matzah, se um deles comesse a Matzah inteira sem o consentimento do outro,  seria considerado uma Matzah roubada, o que desqualifica a Mitzvah. O mérito de comer meia Matzah é um assunto discutido entre os Acharonim. Na opinião da obra Machzik Berachá, se cada um comesse meia Matzah, existe um certo mérito e também a vantagem de nenhum deles abrir mão da sua Mitzvah, algo incorreto a fazer pois ficaria sem nenhuma Mitzvah. Outros explicam que “meia” Mitzvah não é considerado uma MItzvah.

A conclusão é que seria correto que eles façam um sorteio, pois quando um deles cumprirá a Mitzvah, o outro terá um mérito junto com ele. Assim como existe um acordo que se faz no estudo de Torah chamado de “acordo de Yissachar e Zevulun”, onde um deles se dedica integralmente ao estudo e o outro o sustenta e o mérito é dividido (já que sem o apoio financeiro de um, o outro não teria como se dedicar), aqui também.. Assim, graças a aquele que permitiu que a Mitzvah seja feita integralmente (pois sem isto não poderia ser feita), é considerado um sócio na Mitzvah  integral e tem um mérito maior do que comer “meia” Matzah”. Desta forma não é considerado que está abrindo mão de uma Mitzvah, pois fez isto através do sorteio e fez isto para que a Mitzvah possa ser cumprida de forma perfeita pelo seu colega.

Nesta noite do Seder quando sentaremos para comer o nosso “kezait”de  Matzah e diremos a Brachá de Shehechyanu, vale a pena lembrar de todos aqueles que arriscaram a vida por uma Mitzvah, e muitas vezes até pela Mitzvah do próximo. Podemos ser agradecidos por termos a oportunidade de comprar Matzot e demonstrar que queremos cumprir esta Mitzvah com alegria..

Nas vésperas de Pessach, quando estava escrevendo esta pergunta, fui trazer as compras coletivas, algo que acontece em uma das várias comunidades aqui em Israel. Pessoas que se preocupam com a comunidade organizam uma venda com todos os tipos de necessidades para Pessach. Numa manhã, alguns dias antes do Yom Tov, a rua estava lotada de caixas de comida e de Yehudim que foram buscar a sua encomenda. Cada um pagou e pegou a sua, sem câmeras de segurança e nem sistemas de anti-furto. Que contraste com os yehudim que  deviam arriscar a sua vida e agora podem, Baruch Hashem, viver uma vida de Torah em Eretz Israel. Não somente as condições materiais de poder cumprir as Mitzvot, mas também a oportunidade de se preocupar uns com os outros!
Quando contei para um técnico israelense, não-religioso, que tinha vindo instalar o gás na minha casa que fiquei tão impressionado com este Kidush Hashem, que é algo que no meu país de origem não podia acontecer, ele respondeu:  “Mesmo eu que moro aqui em Israel fiquei impressionado!”   
                                     
Shehechyanu por estarmos vivos e podermos cumprir Mitzvot e por fazermos parte de um Povo onde uns se preocupam com os outros!
Shabat Shalom e Pessach Kasher veSameach,
Yitzchak Benroubi

Estas questões  foram trazidas aqui como uma forma de despertar a curiosidade, a beleza e a profundidade do estudo da Halachá. Qualquer dúvida na prática deve ser consultada com uma autoridade Rabínica.

Passaporte de Pêssach

Em todas as gerações o judeu deve sentir-se como se ele mesmo tivesse saído do Egito.

- recorte, cole sua foto dentro, escreve seu nome, cidade onde mora e use no Sêder.



As leis da bênção sobre árvores de fruto florescentes

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flor da jaqueira
• Quando se vêem florescer árvores frutíferas pela primeira vez durante o mês de Nissan , deve-se dizer esta bênção:
בָּרוּךְ אַתָּה ה' אֱ-לֹהֵינוּ מֶלֶךְ הָעוֹלָם שֶׁלֹּא חִסַּר בְּעוֹלָמוֹ כְּלוּם וּבָרָא בוֹ בְּרִיּוֹת טוֹבוֹת וְאִילָנוֹת טוֹבוֹת לֵהָנוֹת בָּהֶם בְּנֵי אָדָם.
Transliteração: Baruch atá Ado-nai Elo-heinu melech haolam sheló chissar  beolamó clum, ubará briót tovót veilanót tovót lenanót bahem benei Adam.

Tradução: Bendito és Tu, Senhor nosso D'us , Rei do universo, que não privou de nada o Seu mundo, e criou nele boas criaturas e boas árvores para dar prazer à humanidade.
• Esta bênção é dita apenas uma vez por ano - a primeira vez que ele a vê.
• Embora a situação ideal seja para que a bênção seja dita durante o mês de Nissan, parece que post facto (bedi'eved) , se não se viam as árvores florescendo até o mês de Iyar , seria permitido dizer a benção.
• É permitido que alguém diga esta bênção mesmo no Shabat e nos feriados.
De preferência, deve-se fazer um esforço para que a bênção seja dita quando se vêem duas árvores ao mesmo tempo. No entanto, se houver apenas uma árvore, a bênção ainda pode ser dito.
• A bênção não deve ser dita em árvores que produzem frutos que são cruzados de duas espécies.
• Na Austrália e em outros países do hemisfério sul, onde as árvores florescem durante os meses de Elul e Tishrei , a bênção pode ser dita naquela época

Parashát Tsav - Ong Torá.

 
ONG TORÁ NEWSLETTER 1.114 inscrições
Mazal Tov Mazal Tov ao nosso querido Alexandre Rabinovich e linda família pelo Bar Mitzvá do seu filho
Parashat Tzav
Em memória de R' Mordechai (Marcos) Levy Z"L, avô materno do Tropicasher. 

Nossa Parashá nos conta sobre a origem da ramificação sacerdotal do nosso povo , o "Cohen" .

 
Como sabemos, Yaakov Avinu teve doze filhos e deles se originaram treze tribos sendo que Yossef se transforma nas tribos de Efraim e Menashe.
 
Na nossa Parashá Hashem pede para Moshe ungir Aharon e seus filhos com o "azeite de unção sagrado" e por meio disso tira eles do status de tribo de Levi  dando origem à um novo status no nosso povo que é o Cohen.
 
A unção de Aharon e seus filhos é comparada à unção do Rei David pelo profeta Shmuel que a partir dela David foi chamado de Melech HaMashiach (Rei ungido).
 
O rei Salomão, filho do rei David, já não precisou da unção do profeta sendo que filho de rei ungido já nasce rei ungido até o último descendente do rei David que é chamado de Melech HaMashiach, ou seja, filho do filho do filho etc do rei David que chegará em breve em nossos dias
O mesmo acontece com o Cohen. Os primeiros Cohanim foram ungidos na nossa Parashá e seus filhos já nascem Cohanim até hoje como vimos.

Shabat Hagadol:

Nosso Shabat é chamado Shabat Hagadol porque nele aconteceu um grande milagre ligado à saída do nosso povo do Egito, os egípcios em vez de eles lutarem contra nós lutaram entre si próprios.
 
Nesse Shabat Hagadol os Rabinos nas Sinagogas dão uma palestra sobre as leis de Pessach
 
Pessach
Horários de Pêssach em Resumo

TODOS OS HORÁRIOS AQUI CITADOS SÃO PARA A CIDADE DE S.PAULO . PARA OUTRAS CIDADES ACESSE AO SITE
https://www.myzmanim.com/search.aspx
E escreva o nome da sua cidade

29/3 quinta-feira Busca do chamêts de noite

30/3 sexta-feira
Jejum dos primogênitos de dia. (Para se isentar desse jejum participe de um Sium Massechet)

Terminamos de comer o Chamêts até 10h11

Término da venda, anulação e queima do Chamêts até 11h10

acendimento das velas 17h48

De noite fazemos o 1º sêder

31/3 sábado à noite

Acendimento das velas, início da contagem do ômer e 2º sêder após 18h41

1/4 domingo havdalá após 18h41
 
De 2/4 até 5/4 (de segunda à quinta) Chol HaMoed ,dias intermediários, não se colocam tefilin e todas as leis de kasher de Pessach continuam iguais

5/4 quinta-feira

Fazemos o Eruv Tavshilin de dia. Acendimento das velas de Yom Tov 17h43

6/4 sexta-feira
 
acendimento das velas de Shabat e Yom Tov 17h42

7/4 sábado

Yizcor , Seudat Mashiach

Com a saída do Shabat do dia 7/4 termina a festa de Pêssach e fazemos a HAVDALÁ
 
Preparando a casa

O que é chamêts?

Em Pêssach, a Torá nos proíbe possuir, consumir ou tirar proveito de produtos comestíveis à base de grãos fermentados (chamêts) de um dos cinco principais cereais (trigo, cevada, centeio, aveia ou espelta) ou de seus derivados; mesmo em quantidade mínima.
 
Exemplos de alimentos chamêts: pães, bolos, cereais, macarrão, cerveja, destilados, etc.

A única exceção é a Matsá que é um pão não fermentado preparada com cuidados especiais para Pêssach.

A separação entre Judeus (Ashkenazim/Sefaradim - Religiosos/Laicos etc) e o aumento do antissemitismo no mundo.

Os países escandinavos estão a caminho de se tornarem os primeiros países na Europa a banir a circuncisão e o abate kosher. E se puder acrescente a rejeição de cinco coreografias israelitas do festival de arte na Noruega a este boletim noticioso.
Não deixe que a política o engane. Ódio para com os judeus está a crescer nos corações dos europeus, criando tremenda pressão sem meios de a diminuir. Até se não estiverem conscientes disto, os odiadores de Israel sentem que nós temos a chave para seu bom futuro.
Segundo a Cabala, o antissemitismo não é um fenómeno passageiro mas em vez disso uma dinâmica natural: Quando os judeus se unem acima de todos os conflitos e diferenças, uma força positiva de união se espalha pela sociedade humana. Por outro lado, quando estamos emocionalmente separados e distanciados uns dos outros, nós evocamos negatividade, que repetidamente nos golpeia como uma explosão de antissemitismo.
Mas nossos ouvidos não escutam. O ódio irracional que surge como hoje acontece e que assume a forma das novas leis direccionadas à comunidade judaica, nos lembra da pior maneira que nós temos um papel e embora ficássemos muito felizes em sacudi-lo, isso é impossível.
Nós somos um povo que carrega dentro dele um potencial espiritual - a semente de amor por todas as pessoas do mundo. Nós nos tornamos uma nação baseado no princípio de "ama o teu próximo como a ti mesmo" e somente o regresso a este princípio consegue erradicar o ódio do mundo para connosco.
O Livro do Zohar explica que os judeus moldam o destino do mundo: "Tal como os órgãos do corpo não podem existir por um momento sem o coração, também todas as nações não conseguem existir no mundo sem Israel."
Quando nos unimos, nós conduzimos o mundo para a união e uma grande abundância começa a fluir. Divisão entre nós, contudo, cria divisão no mundo e bloqueia os canais da abundância, conduzindo a guerras e ódio. Como foi escrito pelo maior Cabalista do século 20, Yehuda Ashlag: "A nação israelita foi estabelecida como uma 'conduta,' que ao mesmo ritmo a que os próprios Israel estão unificados, assim transferem eles o seu poder para o resto das nações."

O que é a Mitsvá de MAOT CHITIM?

Alimentação. Direito de todos!

ANTES DO PESSACH DOAMOS PARA COMPRAR AS NECESSIDADES DESTE PARA FAMILIAS CARENTES. 
A ORGANIZAÇÃO ABAIXO FAZ A DISTRIBUIÇÃO EM SP:


O.I.S.E.R.

Organização Israelita da Senhoras Religiosas
Há mais de 40 anos suprindo famílias carentes com suas necessidades mais básicas de alimentação.
Campanhas relâmpago são levadas à cabo nas principais Festas Judaicas como Rosh Hashaná e Pêssach.
Para conhecer mais detalhes entre em contato com Rabanit Rivca pelo telefone (11) 3062-9710.
Sua generosa colaboração chega diretamente às famílias necessitadas.

Banco Bradesco
Favorecido: Organização Israelita das Senhoras Religiosas
Agência: 114-7 c/c 79.589-5 CNPJ: 45.884.426/0001-93


Um polonês não judeu avisou os americanos e ingleses do Holocausto em 1940 - e estes nada fizeram para impedir.

Jan Karski (Jan Romuald Kozielewski) (ŁódźPolónia 24 de junho de 1914 - Washington 13 de julho de 2000) - jurista e diplomata, historiador, professor da Universidade de Georgetown. Secretário do Diretor do Escritório de Pessoal do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Courier e emissário das autoridades Estado Secreto Polaco, testemunha do Holocausto. Por seu trabalho foi premiado com as mais altas condecorações estatais - Ordem polaca da Águia Branca e com a Medalha Americana de Liberdade. Honrado por Yad Vashem com o título de Justo entre as nações, cidadão polaco e americano, cidadão honorário do Estado de Israel.[1]
Jan Karski
Jan Karski - Instytut w Rudzie Śląskiej.jpg
Wikipidia
PeríodoNão assumiu
Dados pessoais
Nascimento24 de junho de 1914
Łódź, Polónia
Morte13 de julho de 2000
Washington
Serviço militar
CondecoraçõesJusto entre as Nações, Ordem da Águia Branca


Biografia e missão

Em 1939, aquando da invasão da Polônia por parte do exército alemão, Jan Karski, então Tenente do exército, foi detido e colocado num comboio-prisão. Durante a noite conseguiu escapar e juntou-se aos grupos de resistência polaca. 
A partir de 1940 atuou como mensageiro do movimento de resistência e viajou entre a Polônia, Inglaterra e França, transportando informações para o Governo da Polónia em exílio. Novamente detido e torturado em Julho de 1940, Jan Karski tentou o suicídio, numa tentativa desesperada de proteger o resto dos membros da resistência e não revelar qualquer informação.
Em Londres encontrou-se com líderes Judeus e ofereceu-se para voltar à Polônia ocupada, de forma a testemunhar na primeira pessoa a situação no Gueto de Varsóvia. Jan redigiu um relatório que mais tarde entregou ao Primeiro-Ministro britânico e ao Presidente norte-americano – relatou a situação catastrófica que se vivia: falou de pessoas a morrerem nas ruas, crianças demasiado fracas para se moverem e pediu que se agisse rapidamente de forma a impedir o Holocausto. Entretanto, as autoridades nazis descobriram a sua verdadeira identidade e por motivos de segurança não pode regressar à Polônia.
Jan Karski manteve-se nos Estados Unidos. Doutorou-se na Universidade de Georgetown e tornou-se professor, lecionando durante mais de 40 anos.
Faleceu em Washington, nos Estados Unidos da América em Julho de 2000, aos 86 anos.

Prêmios e condecorações

Entre vários prêmios e condecorações, a sua coragem foi reconhecida por vários países e personalidades. Em 1982 recebeu o título “Justo entre as Nações”, atribuído pelo Estado de Israel, do qual se tornou cidadão honorário. Recebeu igualmente a mais alta condecoração no seu país de origem, a Polônia: a “Ordem da Águia Branca”.

Edição Especial ---> Faltam Menos de 3 Semanas para Pessach ! - Parasha Vaikra (17março18)


Meór HaShabat Semanal                                                                                                                                                   

Perspectivas para a Vida, Idéias para o Crescimento Pessoal  

O Mais Popular Semanário Eletrônico Do Mundo Judaico!                                                                                 1 – Nissan - 5778

Aish HaTorá – Compartilhando o prazer e a alegria de sermos Judeus!                                                               17 – março – 18


VOCÊ GOSTARIA  DE  PROPORCIONAR  ÀS  FAMÍLIAS  CARENTES  UM  PESSACH  MELHOR?

Dezenas de famílias não têm condições de adquirir produtos para Pessach. As duas instituições abaixo estão se esforçando muito para prover Matsá, vinho e outros produtos casher para Pessach a estas famílias carentes. São instituições muito sérias e eu também as ajudo com dinheiro. Envie sua contribuição para: 

UNIÃO O JUDAICA KEH HAYREIM – BANCO ITAÚ – AG. 0064 – C/C 44.122-3
Maiores informações com o Rabino Horowitz – tel: 011-3589-9901 – CNPJ: 05.112.407/0001-24
ORGANIZAÇÃO ISRAELITA O.I.S.E.R. - BANCO BRADESCO – AG. 114 – C/C 79.589-5
Maiores informações com a Sra. Rebeca – tel: 011-3062-9710 - CNPJ: 45.884.426/0001-93

Cumpra esta mitsvá especial de Maót Hitim, de ajudar os carentes a terem alimentos para Pessach!
                           
BOM DIA! O primeiro Seder de Pessach será na noite de segunda-feira, 30 de março, menos de duas semanas a partir de hoje! O que precisamos saber para nos prepararmos para Pessach? Com certeza muito mais do que posso compartilhar com vocês nas duas próximas semanas. Por isto, além da leitura do Meór HaShabat, recomendo-lhes nossa espetacular homepage (em inglês): www.aish.com/passover ou espanhol: http://www.aishlatino.com/h/pes/.
Alguns anos atrás, após Pessach, recebi uma carta de uma jovem. Ela havia ido ao que chamou de um Seder tipo “vamos correr com a Hagadá e comer logo”. O anfitrião era cínico e evasivo e ela estava muito chateada. Durante a refeição, ela reuniu toda a sua coragem, tirou uma cópia do Meór HaShabat e leu o trecho reproduzido abaixo. E me escreveu: Rabino, o tom da noite mudou completamente. Quando acabei de ler houve um profundo silêncio, e aí irrompeu uma tremenda discussão sobre a natureza da Liberdade e o que a Torá diz a respeito. Talvez vocês achem bom ler a seguinte passagem no seu Seder!  Eu adoro esta história!!

Quem é Realmente Livre e Como Conseguimos a Liberdade?

            O ano é 1978 e o nome do homem é Yossef Mendelovich. O cenário: uma cela úmida, nas profundezas do presídio de Christopol, na União Soviética. A data é 12 de abril. No calendário judaico é 14 de Nissán, um dia antes de começar Pessach.
           Yossef é um prisioneiro. Apesar de estar um "caco" de gente, vai acender uma vela. Feita de fiapos de corda amontoados, gotículas de óleo e finos pedaços de cera, esta é a vela moldada pelas mãos de Yossef. A vela está acesa: a procura do Hamêts tem início.
           Algum tempo atrás, Yossef havia reclamado de dor nas costas. O carcereiro providenciou-lhe mostarda, para servir como pomada terapêutica. Não usada naquele instante, a mostarda reapareceria mais tarde como Marór (erva amarga) na mesa do Seder de Yossef (mesmo sabendo que com mostarda não se cumpre a Mitsvá de comer Marór). Uma cebola, há muito tempo mergulhada em água, produziu um humilde vegetalzinho verde. Este seria o seu Karpás. E o vinho? Uvas passas haviam sido deixadas de molho num velho vidro de geleia, água era adicionada de vez em quando, e ele aguardava que a fermentação ocorresse. Isto era o vinho. A Hagadá que Yossef havia transcrito num pequeno caderno de notas antes de ser preso, já a sabia de cor. A original foi secretamente passada para outro "perigoso" inimigo do Estado: Anatoly Sharansky.
           Seria Yossef livre? Ele não podia fazer o que quisesse. Foi-lhe negada até a liberdade de saber quando o sol nascia e quando as estrelas começavam a brilhar. Para Yossef, o mundo dos homens livres nem havia começado a existir.
           Ainda assim, Yossef talvez fosse mais livre que os seus captores. Claramente consciente, ele sabia exatamente quem era, o que queria, e estava preparado para pagar qualquer preço por isto. Hoje ele anda pelas ruas de Israel, estuda Torá e compra caixas e caixas de Matsá para servir em seu Seder. Ele é um homem livre agora da mesma forma que o era atrás das paredes daquela prisão sem vida.

           Incrível, não? Leia mais sobre LIBERDADE abaixo.
Porção Semanal da Torá:           Vaikrá    Vaikrá (Levíticus)  01:01 - 05:26
            O Livro de Vaikrá trata, basicamente, do que é comumente chamado de oferendas ou sacrifícios. De acordo com o Rabino Samson Raphael Hirsh, que viveu na Alemanha no século 19 (1808-1888), sacrifício implica dar algo que é de valor para si, para o benefício de outro. Já uma oferenda pressupõe um presente que satisfaz àquele que o recebe. O Todo-Poderoso não precisa de nossos presentes, não tem necessidade deles. A palavra em hebraico é corbán, que é mais bem traduzida como um meio para estreitar nossa relação com o Criador. As oferendas de corbanót (plural de corbán) eram somente para o nosso benefício, para nos aproximarmos de Dus.
            Esta porção semanal contém os detalhes de vários tipos de corbanót: o que era totalmente consumido pelo fogo, o de farinha, o de primícias da colheita de grãos, o de paz, outro por algum pecado (particular ou comunal), outro por ser culpado de alguma transgressão, corbán por se apropriar inadvertidamente de algo consagrado a Dus e, também, para ajudar na expiação de algum ato desonesto após tê-lo reparado.

Dvar Torá:     baseado no livro Love Your Neighbor, do rabino Zelig Pliskin

A Torá declara: "Se uma pessoa peca e comete uma transgressão contra D'us, mentindo a alguém sobre um objeto deixado sob sua guarda .... ele deverá devolvê-lo a seu dono no dia em que admitir sua culpa" (Levíticus 5:21). Por que a Torá considera a negativa em relação a um objeto deixado sob sua guarda como "uma transgressão contra D'us"?
Rabi Akiva explicou: "A pessoa que deixa algo sob a guarda de seu companheiro não deseja que os outros saibam; ele quer que o assunto permaneça entre eles dois e D'us. Portanto, quando o guardador do objeto nega que o tenha recebido, está virtualmente declarando que o terceiro ‘parceiro’ não está sabendo de nada, ou seja, negando a onipresença de D'us". Ele nega que D’us proibiu este ato, viu o ato, se importa com o que acontece e nega que um dia D’us irá cobrá-lo por suas ações. O conceito Judaico de D’us é que Ele é o Criador, o Mantenedor e o Supervisor deste mundo. Ele é Onisciente, Onipotente e completamente Bom. Ele se importa com cada um de nós e nos dá o que precisamos para crescermos ao máximo de nosso potencial.
Uma vez, quando Rabino Zundel Salanter (Lituânia, 1786-1866) estava andando numa carroça, o cocheiro passou por baixo de uma árvore de maçãs e foi tomado pelo desejo de colher algumas frutas. Não sabendo a identidade de seu passageiro, falou-lhe: "O senhor fique de olho em volta e me avise se alguém estiver olhando!" Alguns segundos depois, Rav Zundel gritou: "Alguém está olhando!" O carroceiro pulou de volta na charrete e saiu em disparada. Enquanto se distanciavam, olhou para trás e não viu ninguém.
 "Que ideia foi esta de me enganar?" berrou o carroceiro. "Meu caro amigo", respondeu o Rabino Zundel, "Eu não mentiria para você. D'us olha para toda e cada uma de nossas ações".


Horário de Acender Velas de SHABAT: (16 de março)
S. Paulo: 18:01 h   Rio de Janeiro 17:47   Recife 17:11   Porto Alegre 18:21  Salvador 17:27   Curitiba 18:12
B. Horizonte 17:49  Belém 18:06  Brasília 18:04  Jerusalém 17:09  Tel Aviv 17:27  Miami 19:10  N. Iorque 18:44

Pensamento da Semana:
Pessach vem nos ensinar uma mensagem muito importante sobre liberdade:
A Falsa Liberdade deixa a pessoa livre para fazer o que quer;
A Verdadeira Liberdade, para fazer o que precisa!”

Shabat Shalom!  Rabino Kalman Packouz
 

Contate-me via Internet: meor018@gmail.com
Sugestão: mostre este fax a seus familiares! Este fax é dedicado à memória de meu pai Zeêv ben Ytschak Yaacov Z”L e meu sogro Haim Shaul ben Sara Z”L

ESTE FAX É DEDICADO À PRONTA RECUPERAÇÃO DE:
Noam Shemuel ben Simha - Avraham ben Guila - Biniamin ben Farida - David ben Sara – David ben Rachel - Eliau Haim ben Shefica Sofia – Gavriel David ben Sara – Haim Avraham Tzvi ben Golda - Kalman Yehuda ben Pessi – Lemon ben Tsirla – Mahluf ben Latife - Menachem Dov ben Mali - Mendel ben Hava - Mordehai ben Sara - Mordehai ben Shoshana - Moshe ben Lizette - Moshe Eliezer ben Devora Hana - Moshe Ysser Ben Dvora Yentel - Natanel ben Faride - Pessach ben Sima – Gilbert Shmuel ben Mazal - Shlomo ben Bela - Shmuel Daniel ben Zissel - Tzvi ben Tsipora - Yaacov ben Alice - Yaacov ben Rivka - Yerachmiel Shmuel ben Ester - Rabino Avraham Haim ben Rechel ––Rabino Meir Avraham ben Malca – Rabino Matitiau Haim ben Etl - Rabino Moshe ben Rivka Reizel - Rabino Reuven Shalom ben Sol Shulamit – Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Ytschak Rafael ben Lea – Rabino Ytschak David ben Haia Rivka Rachel Tzvia - Rabino Shlomo ben Hoide Hadassa - Rabino Shemariahu Yossef Nissim ben Batia – Rabino Shimon ben Haia Sara - Rabino Aharon Yehuda Leib ben Guitel Faiga
Alte Haia Sara Yudit bat Haia Roise – Branda Chava Malka bat Guitla - Dina bat Rachel Efrat - Eliana bat Hava - Ester Malca bat Hassia Sheine Perl - Hana Lea bat Hava - Sara bat Sheindel - Sara bat Toibe - Rach el bat Shoshana Reizel - Rina bat Sara – Ruth bat Shoshana - Sheva bat Haia - Shlime bat Batsheva - Tamar Ester bat Lea e aos feridos em Israel

E à MEMÓRIA DE: SHAUL BEN MEIR AVRAHAM, YERACHMIEL SHMUEL BEN ESTER, NAHUM BEN LEA, RABINO SHLOMO BEN ZLATE ESTER, MOSHE YSSER BEN SHIMON BETSALEL HACOHEN, ESTER BAT HANA, REIZEL BAT AVRAHAM, YEHIEL MENDEL BEN DAVID, YAACOV BEN MOSHE, AZRIEL BEN AVRAHAM, SHMUEL DANIEL BEN ZISSEL, HIZKIAHU ELIEZER BEN LEA, YAFA BAT SALHA, MORDECHAI ISAAC BEN DINA, AVRAHAM BEN MEIR, ITA BAT AVRAHAM, SHIRLEY BAT AVRAHAM, HAYA BAT YEHUDA BARUCH, AHARON BEN YEHUDA BARUCH, HaAri HaKadosh, HAIA MUSHCA BAT MARGALIT SIMA RACHEL, HAIA RIVKA RACHEL TZIVIA BAT TAMAR, MIRIAM BLIMA BAT HAIM LEIB, TAUBE YONA BAT ESTHER, HANA BAT MOSHE, MOSHE BEM REUVEN, ARIE LEIB BEN YTSCHAK,TSEMACH DAVID BEN HAIM LEIB, EZRA BEN ESTER, ytschak arie ben yossef tzvi halevi, YAKOV BEN SHEPSEL, FARAJ BEN THERE, AVRAHAM SHLOMO BEN CHASSIA SHENDEL PEREL, YAACOV NAFTALI BEM RACHEL DEVORE, GUILAD MICHAEL BEN BAT-GALIM, EYAL BEN IRIS TESHURA, JOSÉ SALEM BEN BOLISSA, KALMAN BAR YAACOV LEIB, ARIEL BEN YAACOV, LEAO ARIE BEN SONIA SHENQUE, NUCHEM BEN FRAIN, SHAUL BEN YOSHUA, SHLOMO BEN FRIDA, SHLOMO NAHUM BEN SHALOM, YAACOV BEN MENAHEM, YOSSEF HAIM BEN AVRAHAM, YEHOSHUA BEN AHARON YAACOV, NACHMAN MOTEL BEN DANIEL, LEIB BEN TSUR, MOTEL BEN MOSHE, HERSHEL BEN MANES, NATAN BEN AHARON WOLF HACOHEN, MENAHEM BEN YEHUDA BARUCH, ALTER YOSSEF BEN SHMUEL, EFRAIM FISHEL BEN MOSHE, EZRA BEN CLARA, rabino NOAH ISRAEL ben HARAV YTSCHAK MATISYAHU, YEHUDA ROZANCZYK ben MOSHE, YOSSEF HAIM bem AVRAHAM
MINDL BAT YOSSEF ,DINA LIBE BAT ETEL AZRAK, RUTH BAT SARA BRAHA, CHAIA RUCHEL BAT SINE, HAVA BAT AVRAHAM YAACOV, BASIA RACHEL BAT MAYER, RACHEL BAT HANNA, RACHEL BAT AVRAHAM SHMUEL, CARMELA BAT SHMUEL, RIVKA BAT DOV, SARA MALKA BAT ISRAEL, YEHOSHUA ben ISRAEL YTSCHAK, ELLIE ZALMAN ben AVRAHAM DAVID, R’ ARYE KUPINSKY H"YD, R’ AVRAHAM SHMUEL GOLDBERG H"YD, R’ KALMAN LEVINE H"YD E R’ MOSHE TWERSKY H"YD, RABINO ELIMELECH BEN BLUMA ROIZE, MOREDECHAI LEVY.
E à YESHUÁ DE: Mordehai ben Sara, Yehoshua Michael ben Sara, Eliezer ben Hana, Shimon ben Rivka, Menahem Mendel ben Miriam e Elisheva bat Shmuela, Haim Yehoshua ben Hana Shaindel e Lea Kreindel bat Hantshe Yahat
E à libertação de: Ron ben Batia Arad, Yonatan ben Malca, Guy ben Rina, Zacharia Shlomo ben Miriam, Yehuda Nachman ben Sara, Tzvi ben Penina, Yaacov ben Sara, Ilya ben Sara, Yehoshua Michael ben Avraham

 
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