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Sociólogo pela Universidade de Haifa, especialize-me em abrir caminhos dentro do conhecimento judaico e melhorar a comunicação entre judeus e não judeus. Este é um caminho aberto para se comunicar com os judeus de Israel, EUA, Canadá, Europa ou aqueles que vivem em países da América Latina, mas não falam Português (no Brasil) ou espanhol (todos os outros países, além das Guianas)

Principais Assuntos da Parashá REÊ - Beit Hassofer;


Principais Assuntos da Parashá REÊ

A benção e recompensa (11:26-32)

            Moshé coloca à frente do povo judeu uma equação clara: diante de vocês estão a benção e a maldição. Se observarem os mandamentos de Hashem, obterão bênçãos; do contrário, sofrerão maldições. A solenidade onde serão recitadas as versões das bênçãos e das maldições ocorre mais adiante, quando o povo atravessar o Jordão e se dirigirem ao vale entre o Monte Grizim – o monte das bênçãos e o Monte Eibal – o das maldições.


Espatifar as divindades e o modo de conduzir as oferendas (12:1-29)

            Com sua entrada em Israel, ao povo judeu é ordenado destruir todo e qualquer sinal de idolatria característicos dos povos da terra por ele conquistada. Por conseguinte, o serviço Divino não é realizado como o fazem as nações, onde cada qual faz sua oferenda onde quiser. Moshé esclarece que o serviço das oferendas Divinas deve ocorrer no lugar determinado por Hashem. Inicialmente este serviço era feito no Mishkan e tornou-se definitivo no Templo Sagrado em Jerusalém.
            Durante a época da conquista da terra de Israel e sua distribuição entre as tribos, e enquanto perdurasse o serviço no Mishkan, poderiam ser realizadas alguns tipos de oferendas nas Bamót – ou altares locais. Contudo, nestes locais eram permitidas apenas oferendas voluntárias (nedavót) ou de promessas (nedarim) pessoais, ficando proibidas as mandatórias da Torá.  Estas oferendas ficarão proibidas quando fosse construído o Beit Hamikdash. No Mikdash, lugar onde serão realizadas as oferendas, manter-se-á também o centro espiritual do povo judeu. Os nedarim e nedavót serão também encaminhados para este lugar, onde o povo de Israel subir para regozijar-se diante de Hashem. O abate casher para consumo ordinário de carne, que não seja como oferenda para Hashem, poderá ser realizado em qualquer lugar.
Moshé relata mais algumas leis, como segue:
            - É proibido comer carne que contenha sangue.
            - Maaserót e Bechorót (dízimos agrícolas ou pecuários) devem ser ingeridos somente em Jerusalém.
            - É preciso lembrar do Levi, que não possui terras em Israel, para prover seu sustento a partir destes dízimos.


As proibições de idolatria (12:30-13:19)

            A Torá enumera algumas proibições e leis concernentes à idolatria, que não andam de acordo com a vontade Divina:
- Queimar seres humanos, inclusive filhos e filhas, para divindades enganosas.
- Não acreditar em quem se apresenta como profeta para atrair as pessoas a servir idolatrias. Trata-se de um profeta enganoso e deve ser morto.
- Quem incita à idolatria deve ser apedrejado até a morte.
- A ‘cidade rejeitada’ – uma cidade que se tornou idólatra por inteira, depois de todos os seus habitantes terem sido incitados a servirem idolatrias. É preciso extinguir todos os seus moradores, reunir todos os seus pertences em logradouro público e queimá-lo.  




A proibição dos hábitos dos gentios e os alimentos proibidos (14:1-21).

            O povo de Israel é um povo singular, santificado para Hashem, e seus filhos são filhos do Altíssimo. Por este motivo não podem seguir os hábitos das nações do mundo e seus filhos, que raspam a cabeça do modo bizarro em sinal de luto. Por este mesmo motivo aos judeus foi proibido ingerir determinados tipos de animais, se não forem puros:
- Animais silvestres e domésticos puros são aqueles cujo casco é fendido e tem a unha separada em dois, e que ruminam, tais como: boi, ovelha, cabra, cervo e corço.
- Animais silvestres ou domésticos que não obedeçam a algum destes sinais são proibidos para o consumo, tais como: camelo, lebre, coelho e porco.
- Os sinais de pureza dos seres aquáticos são: barbatanas e escamas.
- A Torá especifica quais aves são impuras.
- Répteis alados e todo o tipo de répteis terrestres são proibidos para o consumo.
- É proibido comer animais que morreram por si ou não foram abatidos de forma casher.
- É proibido cozinhar leite e carne.

Leis de dízimos (14:40-59)
            Nesta parashá a Torá focaliza o segundo dízimo (Maassêr Sheni). É um dizimo que incorre somente em anos especiais e que o agricultor deve comer – ou o seu valor em dinheiro – somente em Jerusalém. A Torá lembra também do Levi, que deve sustentar-se do primeiro dízimo (Maassêr Rishon).

Perdão de dividas (15:1-11)
            Uma vez a cada sete anos, quando chega o ano Sabático, no qual a terra descansa, é preciso cumprir também a mitsvá da cancelar dívidas em dinheiro. A Torá adverte para que as pessoas não deixem de emprestar dinheiro às vésperas do Ano Sabático com receio que não as poderão cobrar.

Servo hebreu (15:12-18)
            Um homem apanhado em flagrante roubando e cujo objeto do roubo não foi encontrado consigo ou que não pode devolvê-lo, é vendido pelo Beit Din como servo hebreu. A Torá ordena a quem o adquiriu libertá-lo após um prazo de seis anos de serviços. A Torá dita também que ele não deve ser libertado sem posses: é preciso provê-lo com mercadorias. Mas se desejar permanecer com o seu patrão, deve ser levado á porta e sua orelha será perfurada, por ter concordado em humilhar-se, submetendo-se a um ser humano ao invés de ser provido apenas por Hashem. Mesmo assim, quando chegar o ano do Jubileu – o cinqüentenário, sem que isto esteja relacionado com o numero de anos do seu serviço, o servo deve ser libertado.

Primogênito do gado ou rebanho (15:19_23)
            Quando nasce um primogênito dentro de um gado ou rebanho, é proibido fazer algum serviço com ele ou tosquiá-lo. É um dever oferecê-lo a D-us. Se a cria for defeituosa ou proibida para oferenda, é permitido abatê-la e consumi-la.

As três Festas da Torá – Sheloshá Regalim (16:1-26).
            Três vezes ao ano o judeu deve peregrinar a Jerusalém, até o Beit Hamikdash. Estes dias são festivos, alegres e de oferendas.
Pessach: Festejado todos os anos como lembrança pela saída do Egito. Deve coincidir sempre com a primavera e por isto sete vezes a cada dezenove anos é inserido um mês de Adar a mais no ano judaico. Princípios desta festa: oferenda do Korban Pessach no dia 14 de Nissan, queima do Chamêts durante os sete dias da festa, comer Matsót – principalmente no primeiro dia de Pessach.
Shavuot: Desde o primeiro dia de Pessach quando é ceifado o primeiro Omer, são contadas 7 semanas. No qüinquagésimo dia é obedecida a festa de Shavuot por um dia. 
Sucot: A festa de Sucot tem duração de sete dias, sendo festejada durante o período das colheitas. Um dos deveres especiais desta festa é alegrar-se de modo sobremaneira.

A parashá contém 126 versículos



-- 
R.Shmuel Lancry
    -989312690-

Cuidado Com o Que Você Pensa!

B"H
 BEIT CHABAD “OHEL YOSSEF” VILA MARIANA
R. S. Samuel, 69 Fone: 5572-2312
Inspiração Semanal – Reê.

 ·        Acendimento das velas* de Shabat em S. Paulo (18/08) – 17:31

·       Término de Shabat em S. Paulo (19/08) – 18:25

Cuidado Com o Que Você Pensa!

Por Levi Avtzon
Em nossa época de honestidade política, muitos cuja obrigação os aproxima com frequência de um microfone têm adotado a suposta atitude de “não faz diferença aquilo que você pensa, tudo que importa é aquilo que você diz.” Um fanático silenciosa é um amante do ser humano. Um intolerante que diz o que pensa é a personificação do mal.
O que temos então é um punhado de políticos, figuras da mídia e líderes em todas as áreas que fazem cursos especiais sobre “como não dizer aquilo que você pensa, mas sim o que é aceitável,” e sobre “jamais verbalize sua intolerância pois pode haver um gravador escondido sob a sua cadeira.” Nos últimos anos temos visto muitas pessoas caindo de seus altos cargos por dizerem a coisa errada na hora errada. Importantes carreiras se desintegraram graças a “um instante de fraqueza”. Muitos sábios e homens comuns estão se perguntando se as pessoas merecem ser empurradas morro abaixo apenas por causa daquele “instante de fraqueza”.
E o senso comum grita: Verdade? Um instante de fraqueza, foi só isso? E quanto à “uma vida inteira de fraqueza”, quando durante anos e anos a mente teve permissão de nadar num mar de ódio? Não fica óbvio que não foi o deslize de uma língua, mas sim uma avalanche da mente?
No Livro do Deuteronômio encontramos vários versículos que começam com as palavras: “Se você dissesse em seu coração…”
Se você pudesse dizer em seu coração: “Essas nações são mais numerosas do que eu; como poderei desterrá-las?” (7:17)
Você dirá em seu coração: “Meu poder e a força da minha mão me trouxeram essa riqueza…” (8:17)

Moshê está advertindo os judeus a não alimentar sentimentos de temor e arrogância em seu coração. Ele os adverte não por correção política - “cuidado com o que diz” - mas sim, “seja cuidadoso com o que pensa e sente.” E o motivo é óbvio: uma língua não tem uma mente própria; simplesmente exprime aquilo que está dentro da mente. É a criança de dois anos que compartilha com o mundo as conversas secretas de seus pais.
Nosso sábios criaram a declaração de que a pessoa deveria ser “boca e coração iguais.” Não se trata daquilo que você diz, é mais o que você pensa. A lição a ser extraída disso tudo?
Racismo, ódio, intolerância e maledicência deveriam ser deletadas muito antes de as palavras chegarem ao microfone. Depois que chegaram à estação da mente já é tarde demais; o trem está para partir. E então, não há volta.
Shabat Shalom,
Rabino Eddy Khafif
www.ptchabad.org

BONDADES VERDADEIRAS - SHABAT SHALOM M@IL - PARASHÁ REÊ 5777

BONDADES VERDADEIRAS - PARASHÁ REÊ 5777 (18 de agosto de 2017)
“Um soldado americano que participou da terrível guerra do Vietnã, após meses sem contato com a família, conseguiu ligar para os seus pais, que viviam em São Francisco, e lhes disse:

- Queridos pais, a guerra acabou, estou voltando para casa. Mas eu queria pedir a vocês um favor. Eu tenho um amigo, que lutou comigo na guerra, e queria que ele viesse morar conosco em casa. Ele não tem para onde ir.

- Claro, meu filho, nós adoraríamos conhecê-lo! - disseram os pais.

- Mas há algo que vocês precisam saber - disse o filho - Ele foi ferido na última batalha que participamos. Pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior é que ele não tem família nem outro lugar para ir. Por isso eu gostaria que ele viesse morar conosco, para podermos ajudá-lo.

- Eu sinto muito em ouvir isso, filho. Talvez nós podemos ajudá-lo a encontrar um lugar onde ele possa morar e viver tranquilamente. Mas alguém com tanta dificuldade seria um grande fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que alguém assim interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar pra casa e esquecer este amigo. Não se preocupe, ele encontrará uma maneira de viver...

Neste momento o filho desligou o telefone. Alguns dias depois os pais receberam um telefonema da polícia de Nova York. O filho havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio. Os pais, angustiados, voaram para Nova York e foram levados para identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas descobriram algo terrível: o filho havia sido ferido na guerra e tinha perdido um braço e uma perna...”

Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis. E você? O seu amor tem condições?

Na Parashá desta semana, Reê (literalmente “Veja”), um dos assuntos trazidos é a Mitzvá de Tzedaká, ajudar e se importar com as pessoas necessitadas. E assim está escrito: “Se houver alguma pessoa destituída entre vocês, algum dos seus irmãos em alguma das suas cidades... você não deve endurecer seu coração nem fechar sua mão para seu irmão destituído. Ao contrário, você deve abrir sua mão para ele; você deve emprestar o que ele necessita, tudo o que está faltando para ele” (Devarim 15:7,8). É interessante perceber que o versículo começa com as palavras “você deve abrir sua mão para ele”, como se estivesse referindo-se a uma doação generosa, um presente ao pobre destituído, mas depois o versículo continua com a linguagem “emprestar o que ele necessita”, referindo-se apenas a um empréstimo. Por que o versículo aparentemente mudou o contexto da ajuda ao pobre?

De acordo com Rashi (França, 1040 - 1105), das palavras “você deve abrir sua mão para ele” aprendemos que, quando estamos diante de alguém destituído, devemos ajudá-lo dando-lhe dinheiro com generosidade, sendo proibido comportar-se de maneira mesquinha. Porém, das palavras “você deve emprestar” aprendemos que, caso a pessoa se sinta humilhada por estar recebendo algo de presente, sem nenhum tipo de esforço, então devemos ajudá-la através de um empréstimo, permitindo que ela mantenha sua dignidade e sua autoestima.

Nos versículos seguintes a Torá traz uma dura advertência em relação ao empréstimo de dinheiro a um necessitado: “Se cuide para que um pensamento ruim não suba ao seu coração e você diga: ‘Se aproxima o sétimo ano, o ano da Shemitá’, e seus olhos serão maldosos com seu irmão destituído e se recusará a dar para ele. E ele apelará contra você para D’us e será uma transgressão para você” (Devarim 15:9). O versículo está nos ensinando sobre uma pessoa que se recusa a emprestar dinheiro ao necessitado por causa da aproximação do ano de Shemitá. E por que a pessoa se recusaria a fazer um empréstimo a um necessitado? Pois a cada sete anos completamos um ciclo de Shmitá. No sétimo ano deste ciclo não podemos trabalhar nos campos e nem ter proveito financeiro das nossas colheitas na terra de Israel. Além das implicações agrícolas, também há implicações financeiras. Por exemplo, qualquer dívida é automaticamente anulada após a passagem do ano de Shemitá. Por isso a pessoa tem medo que, ao emprestar dinheiro próximo ao ano de Shemitá, não haverá tempo suficiente para que a dívida seja paga e ela será automaticamente cancelada, causando uma perda. A Torá então nos adverte a não sermos mesquinhos e não deixarmos de emprestar a um necessitado, mesmo quando o ano de Shmitá estiver próximo e a chance da pessoa não pagar a sua dívida for maior.

Porém, é difícil entender por que a Torá traz esta advertência logo depois do ensinamento anterior. De acordo com a explicação de Rashi, o versículo estava falando sobre uma pessoa que estava disposta a doar seu dinheiro com generosidade para uma pessoa necessitada, sem exigir nada em troca, e decidiu fazer a bondade através de um empréstimo apenas pela dignidade da pessoa necessitada, para que ela não se sentisse humilhada. Então por que a Torá precisou logo depois dar esta advertência para que a pessoa não deixasse de ajudar com um empréstimo quando se aproximasse o ano de Shmitá? Se a pessoa já estava disposta a dar todo o dinheiro como presente, por que estaria preocupada com o cancelamento da dívida?

Explica o Rav Yohanan Zweig que D’us, nosso Criador, conhece todos os mecanismos psicológicos que atuam sobre o ser humano. Quando uma pessoa dá um presente a um necessitado, ela experimenta um sentimento de preenchimento e alegria, uma sensação de realização. Normalmente este sentimento de “nobreza da alma” que sentimos é o que nos motiva a fazermos atos de bondade, como doar dinheiro a um pobre. Mas quando a pessoa ajuda o próximo através de um empréstimo, este sentimento de preenchimento e “nobreza da alma” é diminuído. A pessoa já não sente de maneira tão forte esta sensação de realização.

Além disso, se por algum motivo a dívida for cancelada, como acontecia após o ano de Shemitá, o destituído não reconhece a bondade daquele que “deu” o dinheiro e não atribui a ele a “boa sorte” de não precisar mais pagar a dívida. E o benfeitor, que fica sem o dinheiro do seu empréstimo, acaba sentindo que aquele que recebeu o dinheiro tirou vantagem dele. Certamente esta é uma experiência muito menos satisfatória do que quando a bondade é feita através de uma doação. Mesmo que, no final das contas, o efeito será o mesmo, isto é, nos dois casos a pessoa necessitada ficará com o dinheiro do benfeitor, quando o ato é feito através de uma doação ele vem com um sentimento de preenchimento, enquanto quando o ato é feito através da “doação forçada” de um empréstimo não pago ele vem acompanhado de um sentimento amargo.

A Torá está nos revelando algo impressionante sobre a psicologia do ser humano: mesmo quando fazemos bondades ao próximo, um dos principais motivadores é o nosso próprio bem estar. Portanto, isto não é uma bondade completa, e sim uma bondade “condicional”, que depende do quanto estamos sentindo que também estamos ganhando e nos sentindo preenchidos com o nosso ato de doação. É por isso que a Torá sentiu a necessidade de advertir a pessoa que faz a bondade ao necessitado através de um empréstimo de dinheiro. Por ser algo que causa uma experiência muito menos satisfatória, o empréstimo já não é feito com tanta alegria quanto uma doação. Associado com o iminente risco de perder o dinheiro do empréstimo no ano de Shemitá, a pessoa acaba se tornando egoísta e não tem mais vontade de emprestar. A Torá então afirma que isto é um mau ato, baseado no nosso egoísmo e com consequências espirituais negativas.

A Parashá nos ensina que D’us também se importa com as nossas motivações quando fazemos bons atos. Obviamente que o ato de ajudar é importante, mas se não fazemos pelas motivações corretas, o ato fica vazio. Além disso, se a motivação dos nossos bons atos for apenas a nossa própria satisfação, deixaremos de fazer bondades quando elas não nos agradam. Escolheremos a quem ajudar de acordo com a nossa empatia com a pessoa e não de acordo com as necessidades de cada um. Deixaremos de fazer bondades caso nos causem dificuldades ou esforços. Isto certamente limita o nosso potencial de bondade e, portanto, nos afasta de D’us.

D’us criou o mundo apenas por bondade e Sua bondade é infinita e incondicional. Se queremos que nossos atos emulem os atos de D’us, devemos nos esforçar para que nossas bondades sejam completas, tanto nos atos quanto nas intenções. Ao fazer a bondade, devemos pensar na satisfação daquele que recebe, não no nosso próprio preenchimento e bem estar. Normalmente traduzimos a palavra “Tzedaká” como “caridade”, mas na realidade Tzedaká significa “justiça”. Quando estamos ajudando um irmão necessitado, estamos fazendo apenas justiça, pois o que D’us nos dá “a mais” é apenas para que possamos ajudar as outras pessoas que necessitam. D’us intencionalmente faz uma distribuição desigual das rendas para que as pessoas possam se ajudar e se preocupar umas com as outras e, com isso, acumular méritos espirituais para o Olam Habá (Mundo Vindouro). Tudo o que temos foi dado por D’us e Ele quer que utilizemos nossos bens de forma a criar um ciclo de ajuda mútua. Desta maneira, cada um de nós pode contribuir para criar um mundo mais justo e mais feliz

Shabat Shalom

R' Efraim Birbojm
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HORÁRIO DE ACENDIMENTO DAS VELAS DE SHABAT - PARASHÁ REÊ 5777:

                   São Paulo: 17h31  Rio de Janeiro: 17h19                    Belo Horizonte: 17h24  Jerusalém: 18h44
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Este E-mail é dedicado à Refua Shlema (pronta recuperação) de: Chana bat Rachel, Pessach ben Sima, Rachel bat Luna, Eliahu ben Esther, Moshe ben Feigue.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Ben Tzion (Benjamin) ben Shie Z”L e Frade (Fany) bat Efraim Z”L, que lutaram toda a vida para manter acesa a luz do judaísmo, principalmente na comunidade judaica de Santos. Que possam ter um merecido descanso eterno.

Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) dos meus queridos e saudosos avós, Meir ben Eliezer Baruch Z"L e Shandla bat Hersh Mendel Z"L, que nos inspiraram a manter e a amar o judaísmo, não apenas como uma idéia bonita, mas como algo para ser vivido no dia-a-dia. Que possam ter um merecido descanso eterno.

Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de minha querida e saudosa tia, Léa bat Meir Z"L. Que possa ter um merecido descanso eterno.
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Este E-mail é dedicado à Leilui Nishmat (elevação da alma) de: Moussa HaCohen ben Gamilla z"l, Renée bat Pauline z"l, Eliezer ben Arieh z"l; Arieh ben Abraham Itzac z"l, Shmuel ben Moshe z"l, Chaia Mushka bat HaRav Avraham Meir z"l, Dvora Bacha bat Schmil Joseph Rycer z"l, Alberto ben Esther z"l, Malka Betito bat Allegra z"l.
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E tudo uma questão de escolha.

Ruth a moabita é talvez a bisavó mais famosa da História.

Seu bisneto foi ninguém menos que o Rei David.

O que pouco se sabe é que Orpah, irmã de Ruth, e que também era nora de Naomi, teve um filho não menos famoso do que David, muito embora pelo sentido contrário: Golias, o filisteu.

O Talmud no Tratado Sanhedrin página 95a relata um caso em que David fora atraído para o campo dos filisteus como parte do plano Divino, sendo ali identificado por Ishbi, irmão de Golias.


Mudam só os nomes.


Ishbi aprisionou David dentro de uma moenda de azeite e foi avisar a mãe Orpah da chegada do forasteiro que lhe havia ceifado o irmão.

Enquanto isso Avishai, um dos generais de David, notou a ausência do rei e foi ao seu encalço.

Orpah vê Avishai e lança um instrumento cortante em sua direção. Errou o alvo.

Como boa palestina, Orpah exige que Avishai lhe devolva o instrumento cortante para que ela o lance novamente em sua direção. Avishai obedece e lança o instrumento de modo a despachar Orpah á terra dos pé juntos.

Ora, se Ruth e Orpah foram ambas noras de Naomi, como pode ser que uma gerou a ascendência de David enquanto outra gerou a Golias? E porque os dois foram se enfrentar logo no campo de batalha?

A bem da verdade, o confronto se deu foi no campo das idéias, tendo o campo de batalha somente como veículo: ambas, Ruth e Orpah foram expostas ao caráter inexpugnável de Naomi. Uma escolheu seguir o povo e o D-us de Naomi, ao passo que a outra entregou-se às impurezas da Terra.

Assim, nada mais natural que suas proles se encontrassem novamente, para que Hashem pudesse mostrar ao mundo quem são os Seus escolhidos: aqueles que seguem o caminho da retidão.

É forte quem tem Hashem ao seu lado.

Assim foi com David e Golias.

Assim será na Era de Mashiach.

De Mashiach ben David.

ONG TORÁ NEWSLETTER - Reê - Shabat Mevarchim

ONG TORÁ NEWSLETTER - 1099 inscrições
 "Nossa Parashá é dedicada ao aniversário da minha querida esposa Braha Haika Gloiber . Que Hashem dê à ela muitos anos de vida com muita saúde , muito sucesso, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a nossa família". Cada ano que passa a Alma fica mais jovem, linda, reluzente e refinada !
 
Nossa Parashá também é dedicada pela família Amselem ao mérito da Refuá Shelemá de Avraham Ben Simi, e pela família Zimberknopf
 Mensagem da Parashá - Reê -  ראה - י״ב/כ״ג: כִּ֥י הַדָּ֖ם ה֣וּא הַנָּ֑פֶשׁ

      Nossa Parashá nos conta que o sangue é a alma. Todos nós temos corpo e alma e se não tivéssemos uma alma seríamos um corpo morto.
 
     A primeira alma a entrar no corpo é chamada de alma animal, e sobre ela a Parashá está falando. A Guemará nos conta que no momento em que uma mãe engravida o óvulo recebe uma alma animal do nível deste mundo onde o bem e o mal estão misturados (Klipat noga ou mais baixo). Sem ela nosso corpo não teria como crescer e se desenvolver. Mesmo essa alma animal estando revestida no corpo inteiro , a principal revelação dela é no lado esquerdo do coração que bomba o sangue oxigenado para todo o corpo e por isso a Parashá usa essa expressão de que o sangue é a alma. Sendo que ela é uma alma espiritual, podemos fazer transfusões de sangue e transplante de coração e ela continua no nosso corpo.
 
     Uma segunda alma é dada à cada judeu, ela está vinculada à ele de forma envolvente desde que ele nasce, mas só assume nosso corpo quando fazemos treze anos, ou no caso das meninas doze anos (ela também é dada à quem faz uma conversão casher ao judaísmo , ou seja, ela já estava vinculada à essa pessoa desde que nasceu e isso foi o que causou para aquela pessoa querer se converter, por isso está escrito guer shemitgaier , ou seja, convertido que se converte e não goi shemitgaier).
 
    Essa segunda alma se chama  Neshamá. Ela se reveste na alma animal para poder interagir com o corpo sendo que ela é de uma fonte tão elevada que não tem como se revestir diretamente no corpo como a alma animal, mesmo assim a principal revelação dela no nosso corpo é no nosso cérebro, e sendo que por natureza a razão domina o sentimento (o cérebro domina o coração) o objetivo dela nesse mundo é dominar a alma animal e fazer dela uma plataforma para o trabalho Divino . E ela é você ! Você que desceu do céu para vencer a corrida de obstáculos que chamamos de vida e vai ganhar por próprio mérito um "baixo paraíso" no qual uma hora lá eqüivale a setenta anos dos maiores prazeres neste mundo, ou até um alto paraíso onde uma hora lá eqüivale a setenta anos no baixo paraíso, e vai ganhar isso como prêmio por ter feito o trabalho Divino, meta da corrida de obstáculos.
 
      A Neshamá é pura e linda , cada ano que passa fica mais refinada e reluzente por meio do cumprimento das Mitzvót (mandamentos Divinos). Poderíamos dizer como exemplo que cada ano que passa , enquanto o corpo fica mais velho a Neshamá fica mais jovem !

      A Parashá também nos conta que Hashem nos escolheu dentre todos os povos, somos o “Povo Escolhido”. Quem participou desse concurso Divino para ser escolhido?  Nossa Neshamá não poderia ter  participado sendo que ela é diferente das almas dos povos do mundo e uma escolha acontece entre coisas semelhantes. Quem se parece com os povos do mundo? Nosso corpo ! Ele foi escolhido ! O que ele ganhou dessa escolha? Ele ganhou Kedushá (santidade)!


    Quando fazemos uma Mitzvá recebemos Kedushá, nosso corpo se torna mais sagrado e refinado, e no futuro quando ressuscitarmos ele vai reluzir mais do que a Neshamá. Os povos do mundo quando cumprem essa mesma Mitzvá não recebem essa Kedushá, e essa é a diferença causada por termos sido escolhidos.

Conclusão: Agora nossa Neshamá faz nossa alma animal e nosso corpo cumprirem os mandamentos Divinos trazendo para eles Kedushá. Na ressurreição essa kedushá se revela, nosso corpo ressuscita jovem lindo e reluzente e nosso mundo material se tornará um paraíso muito maior do que o alto paraíso,  tudo isso no mérito da Torá e das Mitzvót que estamos cumprindo agora! Então, vamos aproveitar essa oportunidade, estudar mais Torá e fazer mais Mitzvot!!


שבת שלום
Rabino Gloiber

Para os horários de acendimento das velas de Shabat 
na sua cidade acesse ao nosso site   www.ongtora.com

Quem não é judeu vai para o Céu?

SHÉVA MITSVÓT BNEI NÔACH (Sete Princípios que Deus designou aos povos, através de Moisés)
Muita gente fala dos "Dez Mandamentos" como se a Torá se resumisse neles.
Na verdade, a Torá tem Seiscentos e Treze Mandamentos para os judeus e Sete para os não-judeus.
O nome dos judeus na Torá é Bnei Israel (filhos de Israel) e dos não-judeus é Bnei Noach (filhos de Noé). A diferença entre filhos de Israel e de Noé não é na importância mas no teor e no significado de suas missões no mundo.
Os filhos de Noé por sua vez tem por missão povoar e humanizar o mundo segundo estes Sete Princípios:
  1. Não se rebelar contra Deus.
  2. Não praticar idolatria nem servir intermediários entre o homem e Deus.
  3. Não cometer assassinatos e tudo o que pode levar a isto.
  4. Não cometer adultério, perversões sexuais e tudo o que pode levar a isto.
  5. Não roubar e tudo o que pode levar a isto, inclusive roubos de idéias e seqüestros.
  6. Não comer partes de animais enquanto vivos e tudo o que se estende a isto.
  7. Estabelecer tribunais íntegros, legislar leis honestas e praticar a justiça, o que inclui a caridade.
Estes princípios são muito detalhados e já prevêem dentro de si o pluralismo cultural e racial da humanidade.
Alguns destes princípios estão detalhados na lei judaica e estão ao alcance de todos na Torá.
Torá quer dizer Orientação e foi traduzida pelo mundo ocidental como Bíblia (o Livro).
A Torá foi recebida por Moisés, no Monte Sinai, diretamente de Deus, aos olhos e ouvidos de todo o povo judeu.
Diz a tradição judaica que as almas de todas as gerações estavam no Monte Sinai quando Deus revelou a Torá.
A Torá na sua forma Escrita corresponde aos Cinco Livros de Moisés ou Pentateuco.
O original da Torá  foi recebido de Deus por Moisés em Hebraico.
Somados à Torá temos os Livros dos Juizes, Reis, Profetas, Salmos, Provérbios, Cântico dos Cânticos, Ester e Eclesiastes e é a isto que os judeus chamam de Bíblia ou Tanach, sem mais adições.
Ao mesmo tempo em que recebeu a Torá Escrita, imutável e eterna, Moisés recebeu sua explicação Oral.
Esta explicação Oral se chama Talmud, onde nossos rabinos compilaram a forma de proceder para se cumprir adequadamente os mandamentos da Torá, como rezar e como se comportar frente a dilemas e decisões religiosas.
Gostaríamos de salientar que o Judaísmo não tem por missão converter goim mas tem por obrigação lhes informar e estimular a observar da maneira mais bela possível o seu quinhão de Torá, os Sete Princípios dos Filhos de Noé.

Com Bnei Noach no Campus Google de SP.

Um não judeu que se torna um Justo de acordo com estes Princípios tem assegurado seu lugar no Mundo Vindouro.
Antes de comer:
Uma benção que não está nestes mandamentos mas é derivada do costume judaico de abençoar o pão:
"Bendito és Tu, D-us, Rei do Universo, por nos alimentar".
Que D-us ajude  a todos os que O procuram com Verdade e que desejam aprender as Suas Leis!
Fiquem com Deus!

A Torá Escrita indica que há uma Torá Oral (Talmud)

Porção Semanal da Torá:  
Reê      
Devarim (Deuteronômio)      11:26 - 16:17

            Essa porção semanal é um pacote cheio. Começa com uma escolha: Eu coloco ante vocês a bênção e a maldição. A bênção se obedecerem aos Mandamentos Divinos...; a maldição se não obedecerem... e seguirem outros deuses (Devarim 11:26-28).
            A porção prossegue com regras e leis para a Terra de Israel, primariamente orientadas para que o Povo se mantenha longe das idolatrias e das demais seitas locais. Nos versículos 13:1-12 se encontra o trecho que, certa vez, fez um missionário empalidecer e parar de tentar converter o meu Rabino. Vale à pena checar!

            Uma das provas da existência da Torá Oral – a explicação dada a Moshe sobre a Torá escrita (mais tarde compilada no Talmud) – vem do versículo 12:21: Vocês irão abater animais ... da forma que Eu lhes prescrevi. Em nenhuma outra passagem da Torá somos instruídos sobre a shehitá, o abate ritual dos animais permitidos pela Torá. Alguém poderia pensar que o editor do texto foi relapso... ou concluir que existem ensinamentos adicionais, que esclarecem e ampliam as Palavras Escritas.


Fonte: Meor Hashanat Mail

Meór HaShabat Semanal

Semana que vem estaremos entrando no mês hebreu de Elul. Terça-feira (22 de agosto) e quarta-feira (23 de agosto) são dias de Rosh Hódesh, o começo do novo mês. Este é um mês muito especial no ano Judaico, pois precede Rosh HaShaná, o Ano Novo Judaico (que começa dia 20 de setembro, quarta-feira, ao entardecer). Muitos poderiam perguntar: E daí? ou pensar: Obrigado por me lembrar de encomendar o Guefilte Fish! Entretanto, a resposta para a pergunta E daí? é que temos um mês para nos prepararmos para Rosh HaShaná e Yom Kipur.


           Por que precisaríamos nos preparar para Rosh HaShaná? Rosh HaShaná é o dia do julgamento, quando o Todo-Poderoso decide sobre ‘Vida ou morte, saúde ou doença, pobreza ou riqueza’. Há sentido em nos prepararmos para o dia do julgamento? Com certeza! No entanto, para muitos isto tem o impacto emocional equivalente a quando o seu cardiologista lhes diz que precisa perder peso para evitar um ataque cardíaco ou derrame... uma ótima ideia entre as refeições!
            Há uma enorme vantagem em se viver em Miami Beach, nos EUA. Aqui é uma zona de furacões. Em maio recebemos as previsões para a estação: 21 tempestades tropicais, 11 ciclones e 7 grandes furacões. O Departamento de Meteorologia realmente tem meios de medir, correlacionar e prever o número e intensidade das tempestades. No início da estação de furacões começamos a estocar água engarrafada e baterias elétricas. Colocamos pilhas novas no rádio para constantemente ouvirmos as informações sobre a localização e intensidade das tempestades. Alguns até têm um mapa onde marcam a presente localização das tempestades no Caribe.
            Por que viver numa zona de furacões é uma vantagem? Isto nos ensina uma lição muito importante: sejamos realistas com a vida! Em geral o Departamento de Meteorologia americano emite alertas com uma semana de antecedência. Sabemos então que em sete dias um furacão de potência 3 ou 4 atingirá a costa da Flórida. O que não sabemos – até talvez um dia ou mesmo algumas horas antes de sua chegada – é se irá atingir a NÓS.
            O que acontece na semana da chegada de uma grande tempestade, ciclone ou furacão? As lojas de material de construção vendem todo o seu estoque de madeira compensada (usada para cobrir as janelas) e baterias. Elas até têm de trazer mais mercadoria dos estados vizinhos! O estoque de alimentos enlatados e água dos supermercados praticamente se esgotam. Muitos correm para comprar geradores elétricos para manter funcionando as luzes, geladeiras, freezers e ventiladores. Há uma correria louca de última hora porque O FURACÃO ESTÁ CHEGANDO!
            Qual a diferença entre um furacão e Rosh HaShaná? O furacão TALVEZ atinja determinada área, mas Rosh HaShaná SEGURAMENTE irá tocar-nos!
            Portanto, se acreditamos em D'us, que instituiu um padrão de comportamento e observância conforme a Torá e que irá julgar-nos, não faz sentido fazermos alguns preparativos para Rosh HaShaná? Pode apostar que sim!
            Como podemos nos preparar para o Dia do Julgamento? Eis aqui:

10  COISAS  QUE  PODEMOS  FAZER
PARA  NOS  PREPARARMOS  PARA  ROSH  HASHANÁ

1.      Façamos um balanço espiritual. Diariamente, tomemos 5 minutos para revisar como foi o ano em relação a: (a) nosso comportamento com a família, amigos, sócios e pessoas com quem interagimos e (b) nosso nível de observância da Torá, ou seja, as nossas conquistas espirituais.
2.      Compareçamos a palestras, leiamos artigos ou escutemos CDs e palestras sobre Judaísmo (www.karaguilla.com.br/ ou www.revistanascente.com.br).
3.      Estudemos o Mahzór (o livro de preces para Rosh HaShaná) para conhecer a ordem e o significado das palavras e orações. (Disponível em http://sefer.com.br/sidur-e-machzor-completo/1/).
4.      Asseguremo-nos de ter dado suficiente Tsedacá (caridade para os carentes) e que tenhamos pagado os nossos compromissos (todos devem dar 10% de suas ‘entradas’ líquidas para a Tsedacá). Consta no Mahzór que três coisas podem cancelar um mau decreto que possa ter sido decretado nos Céus sobre a pessoa: Teshuvá (arrependimento), Tefilá (orações) e Tsedacá (caridade). Por que não maximizarmos nossas chances de obtermos um bom decreto para o novo ano?
5.      Pensemos sobre (pelo menos) uma pessoa que tenhamos enganado ou sentido uma inimizade contra ela – e corrijamos a situação.
6.      Façamos uma lista de nossas metas para com nós mesmos e para com os nossos familiares: o que gostaríamos de fazer para melhorar (e depois rezar para que melhore).
7.      Limitemos os nossos prazeres: a quantidade de videogames, filemes, músicas, etc. Façamos algo diferente para nos despertarmos e levarmos este tempo de preparação a sério. O livro “30 DIAS PARA A TESHUVÁ” pode ajudar imensamente.
8.      Façamos um ato extra de bondade: Quem precisa de nossa ajuda? Procuremos alguém a quem possamos fazer uma diferença!
9.      Leiamos algum livro sobre desenvolvimento do caráter. Os livros (em inglês) do Rabino Zelig Pliskin são excelentes! (disponíveis em www.artscroll.com/Authors/Rabbi_Zelig_Pliskin.html). Há também os nossos livretos anuais (em português) com palestras dos Rabinos Paysach Krohn e Yssachar Frand (peça em meor18@hotmail.com).
10.   Peçamos a algum amigo para nos dizer o que precisamos fazer para melhorar. Um verdadeiro amigo dirá e o fará de modo agradável.


Mais sobre Rosh HaShaná  nas próximas edições!

Conferência de San Remo em 1920 determina Lar Nacional Judeu em Israel.

Conferência de San Remo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os delegados à Conferência
Conferência de San Remo (19 a 26 de abril de 1920San RemoItália), realizada pelo conselho supremo aliado após a Primeira Guerra Mundial, determinou a atribuição de mandatos da Sociedade das Nações às potências vitoriosas, para que estas administrassem territórios anteriormente pertencentes ao Império Otomano no Oriente Médio. As decisões da conferência apenas confirmaram (por exemplo, no que respeita a Israel) as conclusões da Conferência de Londres, realizada em fevereiro de 1920. O Reino Unido recebeu o mandato da Palestina e do Iraque, enquanto que a França ganhou o controle da Síria e do Líbano.
As fronteiras entre aqueles territórios não foram especificadas.
Em linhas gerais, a conferência confirmou os termos do Acordo Sykes-Picot, estabelecido entre o Reino Unido e a França em 19 de maio de 1916, que partilhou a região, e também da Declaração de Balfour, de 2 de novembro de 1917, pela qual o governo britânico assumira o compromisso de estabelecer o Lar Nacional Judeu na Palestina, sem prejuízo dos direitos civis e religiosos da população não judaica da região. As decisões da conferência foram incorporadas ao natimorto tratado de Sèvres. Como a Turquia rejeitou o tratado, as conclusões da conferência foram formalizadas pelo Conselho da Sociedade das Nações, em 24 de julho de 1922 e pelo tratado de Lausanne.
 
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