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Sociólogo pela Universidade de Haifa, especialize-me em abrir caminhos dentro do conhecimento judaico e melhorar a comunicação entre judeus e não judeus. Este é um caminho aberto para se comunicar com os judeus de Israel, EUA, Canadá, Europa ou aqueles que vivem em países da América Latina, mas não falam Português (no Brasil) ou espanhol (todos os outros países, além das Guianas)

1 de Dezembro de 2016 começa o mês de Kislev de 5777.

Este ano é fácil saber qual é o dia hebraico, pois ele vai seguindo o calendário gregoriano.

Kislev é muito conhecido por ser o mês de Chanucá, festa originada por decreto rabínico que visa celebrar dois milagres que aconteceram para o povo judeu no período sírio-greco:

1. Uma vitória militar retumbante da dinastia sacerdotal dos Hasmonaim sobre os poderosos gregos.
2. Um potinho com azeite de oliva bom para durar um dia acabou acendendo a Menorá por oito dias.

Por esse motivo os judeus acendem no dia 25 deste mês (adivinha qual dia em Dezembro...) um candelabro com nove braços chamado CHANUQUIÁ, com um braço servindo de chama-piloto e os demais vão sendo acesos em forma crescente a cada dia da festa, até termos os oito braços acesos.

Quando chegar mais perto daremos mais detalhes mas por enquanto fazemos um jogo de palavras:

KISLEV também pode ser descrito por duas palavras: Kis (bolso) e Lev (coração).

Quem tem bolso, também tem que ter coração e ajudar a sociedade, sempre que puder.

Feliz Chanucá!



O que pensa o Judaismo sobre Satan e os demônios - Haim Mendel.

O que pensa o Judaismo sobre Satan e os demônios

O que pensa o Judaismo sobre Satan e os demôniosEm textos anteriores afirmamos que o Judaísmo não acredita, na sua essência, em anjos (como seres humanoides que fazem coisas milagrosas), mas o Judaísmo afirma que os malachim (termo hebraico que é traduzido como anjos) são as forças ativas que ocorrem no Universo, como por exemplo a lei da gravidade. Entendido isso, falta agora explicar e provar que demônios também não fazem parte do pensamento judaico e que quando são citados é de forma alegórica para o entendimento dos que não estão familiarizados com a sabedoria da Torá (Bíblia judaica). Mas antes precisamos entender o sentido da palavra Satan, que literalmente significa inibidor/ evitador/ impossibilitador. Inibir quer dizer “tentar impedir alguém de realizar algo”. 

Disso aprendemos que foi D-us quem criou as diversas dificuldades, obstáculos da vida, os quais temos que enfrentar neste mundo, exatamente para nos conduzir à autossuperação e nos levar ao progresso. Satán é o responsável por tornar as coisas difíceis, por desafiar e assim colaborar para que tenhamos a chance de vencer a nós mesmos; para passarmos no teste da vida. A “tentação” existe dentro de nós, por intermédio dos dois instintos que D-us mesmo criou no homem, tanto o que o inclina ao bem como o que inclina ao mal. O mais importante é que somente esta habilidade de escolha absoluta torna possível que façamos o bem e o mal, com total e absoluta decisão pessoal. Temos a plena capacidade de recusar fazer o mal. Esta é a noção exata de que temos o direito de escolher tanto o bem como o mal. Portanto, para nos induzir a escolher o bem é que HaShem nos oferece o bem através do ciclo da bondade (se praticamos atos bondosos iremos obter bondade, se praticamos atos de maldade iremos ter a maldade). E para que mereçamos isso, é preciso que algo nos iniba, algo que tente nos impedir e que tenhamos que superar. 

Satán, portanto, é nossa inclinação ao mal (Ietzer hará). É a inclinação ao mal tentando nos impedir de fazer o bem, pois HaShem tem ordenado a ele fazer exatamente isso. Porque? Para nos garantir livre arbítrio. Para que nossa escolha pelo bem seja sempre voluntária e consciente. Cada um de nós, todos os dias luta contra o seu mau instinto. Todos temos várias tentações que se manifestam durante o dia nas mais diversas formas, como por exemplo enganar nos negócios, mentir com a intenção de prejudicar um terceiro...ou simplesmente dormir um pouco mais ao invés de levantar no horário combinado. Todas as ações que nos levam a fazer o contrário do que é bom e correto chamamos no judaísmo de Ietzer hará ou como é mais conhecido Satan. 

Assim, se conseguimos entender que Satan é uma ação negativa dentro de nós que nos impede...nos inibe a fazer a coisa certa, compreendemos então que não existe nenhum anjo que se rebelou contra D-us (o que é inaceitável para o Judaísmo). Vamos imaginar a seguinte situação: Se um anjo se rebelou contra D-us, ele provavelmente teria um instinto dentro de si que seria muito maior que ele, um satan do satan! Mas está muito claro que só seres humanos têm os dois instintos citados (Ietzer hará, inclinação para fazer o mal, e Ietzer tov, inclinação para fazer o bem), só seres humanos têm o mal instinto para tentá-los. Mas “anjos” não têm agentes que possam tentá-los... 

Afinal, quem seria o Satán do próprio Satán? Um ultra...mega...master Satán???   Caros leitores, seres humanos podem melhorar a si mesmos, e este é seu propósito no mundo. Os “anjos” não podem melhorar nem progredir, assim como os animais não progridem moralmente. Essa é a lógica da criação.  A essência do Ietzer hará é o “fervor do sangue”. E a arma do Ietzer hará é a imaginação, o devaneio. Mas o Ietzer hará por si mesmo não é mau, assim como a imaginação ou o devaneio não é mal por si mesmo. O que ocorre é que a pessoa que caracteriza as forças dentro de si, tornando-as boas ou más. 

Outro conceito importante é que somente o ser humano pode ser mau. Portanto, o Ietzer hará é a natureza humana voltada - pela própria pessoa - para o mal. Talvez agora ficará claro para o leitor entender as seguintes passagens das Escrituras Hebraicas, em que diz que o Altíssimo colocou no mundo tanto o bem como o mal, como está escrito em Devarim (Deuteronômio) 30:15.
“Vê que pus diante de ti hoje a vida e o bem, a morte; e o mal.”
E em Ieshaiáhu (Isaías) 45:7, o profeta descreve o plano da criação de D-us expressando assim:
“Eu formo a luz e crio a escuridão; Eu faço a paz e Sou Eu quem cria o mal; EU SOU o ETERNO que tudo faz.”
Agora sim está claro o texto, pois se D-us criou essas forças dentro de nós que lutam entre si para que nós possamos fazer as devidas escolhas, está evidente que se praticamos o mal, estamos criando o mal, e como somos criaturas de D-us, o profeta judeu está afirmando que D-us criou o mal. Mas se escolhemos de forma correta as nossas ações e elas são boas para nós e aos que vivem a nossa volta teremos o bem, e isso o profeta judeu também atribui a D-us...pois D-us criou o bem e o mal dentro de nós...de cada ser humano.

Se a pessoa analisar as escrituras hebraicas de forma mais criteriosa verá que não existe nenhuma ideia que justifique a crença em seres demoníacos. Por isso iremos analisar outro texto em Melahim 1 (I Reis) 11:23 ao 25: 
“D-us levantou contra Salomão ainda outro adversário (a palavra usada originalmente em hebraico é “Satán’), Rezom, filho de Eliadá, que tinha fugido de seu senhor Hadadézer, rei de Zobá. Pois ele ajuntara a si homens, e se fizera capitão de uma tropa, quando Davi matou os de Zebá; e, indo-se para Damasco, habitaram ali; e fizeram-no rei em Damasco. E foi adversário (a palavra satán é usada novamente aqui) de Israel por todos os dias de Salomão, e isto além do mal que Hadade fazia; detestava a Israel, e reinava sobre a Síria.”  
E temos ainda em Divrei HaIamim 1(I Crônicas) 21:1 

"Então Satán (inibidor/opositor) se levantou contra Israel e incitou David a recensear o povo de Israel”.

Como já sabemos que a palavra satan é uma referência aos nossos instintos mais difíceis de controlar, fica claro no verso acima que o Rei Davi fez algo que não deveria fazer naquele momento e o seu instinto falou mais alto que a sua racionalidade. Se entendermos que satan não existe como ser humanoide que tem vontade própria e sai por ai fazendo maldades e induzindo as pessoas ao pecado, ficará mais fácil para entender que demônios também não existem no conceito judaico e que toda maldade existente no mundo é em decorrência das ações que cada um de nós escolhemos para seguir. Ninguém nasce mal...mas se torna mal ao longo de sua vida por uma opção pessoal, eis a grande mensagem da Torá para as pessoas que buscam se aprimorar. Reflitam, caros amigos, que a melhor opção para a humanidade é a pratica do bem e não por interesses pessoais, mas porque é o melhor para a coletividade humana. Se nossas ações são pautadas na justiça e bondade para com o próximo iremos fazer desse mundo o nosso verdadeiro Paraíso. 

Desejo a todos uma ótima semana...Shalom!

* Hai Mendel, economista, da comunidade judaica de São Paulo

O QUE É O BEIT HAMIKDASH?

Também conhecido como o TEMPLO SAGRADO em Jerusalém.
É o local escolhido pelo Eterno para que Sua conexão com o povo judeu e o mundo seja maximizada.
"E farão para mim um Santuário e habitarei entre vós" (Shemót - Êxodo 25:8)
Moisés recebeu esta diretriz no Monte Sinai junto com as instruções para construir o Tabernáculo, veículo máximo desta conexão entre homem e D-us.
Isto foi transmitido de geração a geração até chegar a David, que instruiu o filho Salomão, a erguer este Templo.
Este Templo jamais poderia ser construído em qualquer sítio a não ser o Monte do Templo em Jerusalém.
Um Segundo Templo foi reformado por Herodes, rei perverso, cuja cópia reside hoje em São Paulo.
Clique no link e conheça em 3D o Beit Hamikdash que será construído em breve em Jerusalém.
Recuse as imitações.

Beit Hamikdash.
Beit Hamikdash em 3D

O mundo está cada vez mais cara de pau? Sinal de Mashiach - por Rabino Avraham Gloiber

Um dos sinais que a Guemará nos revela para sabermos que Mashiach está  chegando é que "os jovens vão fazer os velhos passarem vergonha". 

A Guemará deu esse sinal em uma época em que idade significava experiência e autoridade e todos queriam parecer mais velhos (até as mulheres) . 

Rabi Eliézer ben Azaria tinha dezoito anos quando se tornou o presidente do Sanhedrin e aconteceu um grande milagre , sua barba ficou branca e ele ficou com uma aparência de setenta anos .Hoje em dia quem iria querer um milagre desses ? 

Todo mundo quer parecer jovem e isso é um dos sinais que Mashiach está para chegar. Nenhum jovem pinta a barba de branco mas os mais velhos tentam esconder a idade de mil e uma formas. 

Comecei a minha viajem para o congresso rabínico internacional na fila da American Airlines e logo me chamaram para o embarque preferencial (!) Tentei explicar que não era tão velho assim mas não adiantou ! Até disse que cada ano que passa a Alma fica mais jovem e refinada, mas não adiantou. 

Chegando no aeroporto em New York preferi usar o dinheiro que gastaria com o táxi para outras prioridades e peguei um "Airtrain" no aeroporto com conexão para o metrô por sete dólares. Só um problema, para conseguir chegar à Crown Hights sem fazer um city tour por baixo da terra como fiz da vez passada precisava de informações exatas e outro sinal de que Mashiach está chegando é que antes da Gueulá  "a arrogância fica muito grande" (e os americanos são diplomados e pós graduados nesse sinal). 

Depois de perguntar para alguns adultos e ouvir respostas tipo "se você não sabia como ir porque pegou esse metrô" ou "volta para o aeroporto e pega um táxi", resolvi engolir o meu orgulho e perguntei para uma adolescente de uns quinze anos como faço para chegar à Crown hights. Ela me explicou tão bonito que fiquei até com vergonha de tão simples que era!

 Chegando no 770 comprei um chip americano na porta da sinagoga e tentei baixar o mapa do metrô, de novo tive que pedir ajuda à uma criança, dessa vez de uns doze anos. Cheguei à conclusão de que sou um exemplo vivo de que Mashiach está na porta! O congresso começou! 

Jovens rabinos davam palestras dificílimas sobre assuntos importantíssimos com a maior facilidade e eu tentando anotar tudo.... com medo do professor..... de verdade Mashiach está na porta!!! Em um Workshop pediram para mim falar sobre o meu trabalho no Brasil, então falei sobre a importância de preparar o nosso país para receber o Mashiach e contei sobre os sinais da Gueulá. 

Os americanos já cumpriram o sinal da "arrogância em abundância"  os jovens já me fazem passar vergonha pelo fato de a experiência dele estar muito mais atualizada do que a minha, mas tem um sinal que o Brasil ganha de todos. Está escrito que antes do Mashiach chegar alguns rios vão andar como óleo e não vai se conseguir pescar nesses rios nem um peixe para um doente. Contei para eles sobre o rio Tietê....

Mesmo que esses sinais estão em uma classificação de profecia negativa que não precisa acontecer integralmente devido à bondade Divina, no rio Tietê o sinal aconteceu detalhadamente, até mais do que precisava. 

A Guemará nos conta que quando o Mashiach está para chegar a situação econômica não vai ser boa, outro sinal que nós brasileiros nos destacamos no mundo. Na minha primeira noite em New York fui muito bem recebido pela Rabanit brasileira Naty Esther casada com um rabino russo chamado Zeev Kurshnirsky , eles estão fazendo um trabalho maravilhoso com judeus russos em Staten Island. Quando o congresso começou tive que ficar em Crown hights e estou hospedado na Hachnassat Orchim do Kinus. 

Somos oito rabinos em cada quarto e até encontrei amigos que estudaram comigo na Yeshivá em Kfar Chabad em 1978. Em um dos quatro beliches chegou um rabino brasileiro conceituado que eu tinha certeza que ele iria ficar em um hotel, mais uma prova que nesse sinal de crise econômica antes da Gueulá estamos na frente dos americanos! Agora estou no  "Melave Malka" de 770 (a sinagoga do Rebe). 

O porta voz do consulado Israelense foi convidado para falar e as palavras dele me lembraram outro sinal, que quando Mashiach está para chegar tem muitos focos de guerra no mundo. Pelo que estou entendendo esse sinal infelizmente está acontecendo no oriente médio aonde se encontra Israel, e pelas palavras do porta voz do consulado muita coisa em Israel está "pegando fogo".

Mas sabemos que depois desses sinais que já acontecem integralmente chega o Mashiach e o Rebe deixou claro que o principal trabalho da nossa geração é receber o Mashiach, então, vamos nos preparar!!!!

 que Hashem te dê muito sucesso, muita saúde, 
muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a familia 


TEHILIM (SALMOS) ESPECIAIS: Para pedir ajuda.


Número 121: bom antes de fazer qualquer coisa que demande proteção Divina:

א שִׁיר, לַמַּעֲלוֹת:
אֶשָּׂא עֵינַי, אֶל-הֶהָרִים-- מֵאַיִן, יָבֹא עֶזְרִי.
ב עֶזְרִי, מֵעִם יְהוָה-- עֹשֵׂה, שָׁמַיִם וָאָרֶץ.
ג אַל-יִתֵּן לַמּוֹט רַגְלֶךָ; אַל-יָנוּם, שֹׁמְרֶךָ.
ד הִנֵּה לֹא-יָנוּם, וְלֹא יִישָׁן-- שׁוֹמֵר, יִשְׂרָאֵל.
ה יְהוָה שֹׁמְרֶךָ; יְהוָה צִלְּךָ, עַל-יַד יְמִינֶךָ.
ו יוֹמָם, הַשֶּׁמֶשׁ לֹא-יַכֶּכָּה; וְיָרֵחַ בַּלָּיְלָה.
ז יְהוָה, יִשְׁמָרְךָ מִכָּל-רָע: יִשְׁמֹר, אֶת-נַפְשֶׁךָ.
ח יְהוָה, יִשְׁמָר-צֵאתְךָ וּבוֹאֶךָ-- מֵעַתָּה, וְעַד-עוֹלָם.

Shir la Maalót, essá einái el he harim, me ayin yavó ezrí? Ezrí me-ím Adonai, ossê Shamayim va Aretz. Al itên lamot raglêcha, al yanúm shom'rêcha. Hinê, ló yanúm ve ló yichan Shomer Israel. Adonái shom'rêcha, Adonái tsilêcha al yad yeminêcha. Iomam hashemesh ló yakeka ve yarêach ba láila. Adonái ishmorchá micól rá ishmór et nafshechá. Adonái, ishomór tsetêcha u boêcha me atá ve ad olám.

(Canção para as ascensões, elevarei meus olhos acima das montanhas, de onde virá minha ajuda? Minha ajuda virá de Hashem, que fez o Céu e a Terra. Suas pernas não fraquejarão, nem seus guardas dormitarão. Eis que o Protetor de Israel jamais cochila. Hashem te protegerá, Hashem será tua sombra, estará à sua direita. O sol não se apagará dos teus dias nem a lua deixará de iluminar as tuas noites. Hashem te protejerá de todo o mal, assim como a tua alma. Hashem te protejerá quando da sua ida até a sua volta desde hoje para todo o sempre) 

- Salmo de David de número 121


Como obter honrarias?

"Quem é honrado? Aquele que honra os demais" - Ética dos Pais, Talmud.

Muitas vezes nos perguntamos, "porque não recebemos as honras que achamos merecer?"

Ás vezes temos razão, podemos estar passando desapercebidos, mas neste caso... paciência!

Nas demais circunstâncias, podemos fazer a nossa parte: honrando as outras pessoas com firmeza!

Tente convidar para um café aquela pessoa que você em geral não presta muita atenção.

Tente não revidar algo que escreveram no facebook e que você sabe ser efêmero, raso e sem futuro.

Tente não passado batido um elogio que te fizeram, ou um presente, mesmo que sem valor ao teu ver.

As coisas podem mudar. E de repente... para melhor.

Obrigado pelo presente que me destes agora, dedicando do seu tempo para ler este texto.


O capitão da Aerolineas Argentinas nos honrando ao
informar os passageiros que aquele dia era Chanucá.
Quem honra os outros sempre será honrado.

A SABEDORIA DO REI SALOMÃO e os incêndios em Israel - por Osias Wurman


Mais um episódio de dor e graves danos ao meio ambiente marca a história de Israel.

Estes últimos dias foram devastadores para as florestas do Norte, com destaque para a região de Haifa.

Vários focos de incêndio nas matas, mais de 220 na quinta-feira, trouxeram um certo pânico à população e às autoridades do governo israelense.

Assistindo a uma entrevista pela TV israelense em idioma inglês, pude constatar pelo depoimento do chefe dos bombeiros de Haifa, que vários focos de incêndio foram provocados criminosamente.

Explicou o chefe das brigadas que, em pouco menos de meia hora, foi chamado para apagar focos novos de fogo em regiões muito próximas, uma das outras. Este é um indício típico de que alguém estava se locomovendo rapidamente e ateando fogo ao longo de sua rota de fuga.

Cerca de 15 suspeitos foram presos pela polícia e pelo serviço de segurança interna, o Shin Beth.

É triste ver a dor do povo de Israel ao constatar que suas florestas estavam ardendo, além da destruição de bens materiais de estima como casas, contrastando com a alegria demonstrada por alguns de seus vizinhos não judeus.

Vale lembrar um episódio envolvendo o homem mais sábio da narrativa bíblica: o Rei Salomão.

Duas mulheres brigavam numa maternidade após darem à luz a dois filhos.

Um deles nasceu morto, e as mulheres iniciaram uma feroz disputa para saber a quem pertencia o filho vivo.

As mães e o filho vivo foram levados perante o rei para que fosse resolvido o embate.

Salomão usou sua sabedoria ao propor que a criança fosse dividida ao meio e cada uma das mulheres levaria uma metade.

Foi quando uma delas gritou: “Não faça isto majestade, não corte a criança ao meio. Prefiro que entregue o bebê íntegro para esta senhora. ”

Neste momento, Salomão entendeu que o espírito materno tinha falado mais alto e a verdadeira mãe era aquela que se opôs ao corte da criança.



Na ilustração acima, baseada no relato do Rei Salomão, podemos ver uma similaridade de situações.

O Rei Salomão faz a proposta de incendiar a Terra de Israel e dividir as cinzas.

O judeu pede que não o faça, enquanto o oponente diz que sim.

Moral da história: O verdadeiro “Filho de Israel” não deseja ver a terra de seus ancestrais ardendo em chamas.

Osias Wurman 

"Tová haAretz meod meod" - Caleb ben Yefuné (A Terra é de fato muito boa)

Explosão de cores em Israel - Revista Eretz

Explosão de cores em IsraelSoldado israelense em um campo de ranúnculos, perto do kibutz Nir Yitzhak, ao sul de Israel. (Foto Amir Cohen/Reuters)

Explosão de cores em Israel

Seja no verão, no inverno, na primavera ou no outono, é sempre tempo de se admirar as flores em Israel.  Aliando tecnologias avançadas às condições naturais do país, os produtores israelenses estão conquistando  o mercado europeu com a singularidade das várias  espécies cultivadas no país, assim como aquelas que  crescem como dádivas da natureza.

Em 1948, o então primeiro-ministro  David Ben-Gurion prometeu que o recém-criado Estado de Israel faria o deserto florescer. Quem viaja pelo país atualmente percebe rapidamente que a promessa  foi cumprida. De norte a sul do território israelense crescem as mais variadas espécies de flores colorindo  a paisagem. Em campos abertos ou em estufas  equipadas com avançadas tecnologias são produzidas toneladas de flores que transformaram o Estado Judeu no segundo maior exportador para a União Europeia, ficando atrás apenas da Holanda, há décadas o maior produtor mundial e sede dos maiores e mais importantes leilões do setor. No final da década de 1970, Israel foi o primeiro país estrangeiro a participar dos leilões e feiras da Holanda, dos quais, até então, tomavam parte apenas produtores holandeses.
A média anual de 300 dias ensolarados e temperaturas relativamente quentes no inverno, principalmente no Deserto do Neguev, são condições ideais para o cultivo de flores no verão e, também, para o seu crescimento natural ao longo do ano. Este quadro favorável aliado à tecnologia de ponta tem garantido o crescimento da indústria de flores cortadas de Israel. Pesquisas recentes indicam que 90% das peônias, anêmonas, íris e ciclamens, entre outras espécies, chegam anualmente ao mercado internacional.
Atualmente, a exportação israelense de flores  – in natura ou em sementes e bulbos, plantas e materiais de propagação – soma cerca de  US$ 200 milhões anuais; em 2000, este número chegava a US$ 50 milhões. Israel é considerado líder mundial na produção de plantas e flores cultivadas em clima quente e seco e um dos principais exportadores de produtos e equipamentos agrícolas de alta tecnologia para a União Europeia. As vendas externas israelenses em agricultura respondem por mais de  2% do Produto Interno Bruto e, deste total,  30% são principalmente de produtos in natura.
Nem a queda do índice anual de chuva, a aridez do solo ou as constantes reduções no volume de água destinado à agricultura têm sido capazes de enfraquecer a cada vez mais forte indústria das flores de Israel. Aliás, a maior parte da produção de flores está concentrada no sul do país, ou seja, na região mais árida, que registra apenas 25 mm de chuva por ano.
Em sua jornada para se consolidar como um dos grandes produtores de flores para a Europa, o país tem investido continuamente na pesquisa para o desenvolvimento de novas espécies capazes de se adaptar às condições ambientais da região, ou seja, plantas que necessitem cada vez menos água para sobreviver e aptas a crescer em meio às pedras, ao asfalto (consequência da urbanização crescente) e aos espinhos.  O Centro Volcani para Pesquisa Agrícola e o Centro para Floricultura em Regiões Áridas, órgãos do Ministério da Agricultura, são os dois principais institutos que atuam nessa área, com diferentes departamentos. Paralelamente a esse trabalho, as universidades israelenses também mantêm unidades de pesquisa.
A botânica Sima Kagan, do Centro Volcani, tem dedicado seus últimos 20 anos de carreira a encontrar soluções para esse desafio.  Ela viaja o mundo em busca de plantas ornamentais que consigam  se aclimatar às duras condições do meio ambiente israelense, sobrevivendo ao verão e à seca. Um dos resultados do esforço concentrado dos cientistas é a variedade das plantas ornamentais hoje distribuídas no país e enviadas ao exterior com o selo “Made in Israel”.
Anêmonas (em hebraico, kalanit), ciclamens (rakefet), narcisos (narkis), tremoço (tourmus) e outras flores silvestres nativas, como a íris, enfeitam jardins e parques da maioria das cidades israelenses. Mas nem sempre foi assim e muitas espécies estiveram ameaçadas de extinção. No entanto, a legislação clara e programas educacionais implantados nos últimos 50 anos garantem que a primavera se transforme em uma explosão de cores mesmo nas regiões mais áridas do território nacional.
Amir Cohen faz parte da terceira geração de produtores de flores do país. Suas gérberas coloridas são vendidas por toda a Europa, tendo conquistado fama por seu padrão de alta qualidade e beleza.  Em suas estufas, na cidade de Kfar Yedidia, crescem dezenas de milhares de flores por ano destinadas tanto ao mercado interno quanto ao externo.  Segundo Amir, as cores das flores variam muito de acordo com a época do ano. Enquanto que nos feriados cristãos a procura maior é por plantas brancas e vermelhas, no inverno a demanda é por flores de cor laranja. No verão, rosa e amarelo estão na liderança.
A apenas 15 minutos de Beit Shemesh, no pequeno moshav Sdot Micha, milhares de rosas púrpura e amarelo e anêmonas vermelhas são cultivadas em fileiras mantidas constantemente limpas e úmidas pelo proprietário do campo, Beni Sharoni. Diariamente, centenas de embalagens cartonadas são transportadas do local refrigerado de empacotamento para o aeroporto, rumo à Europa. Uma das vantagens do cultivo das anêmonas é o fato de não precisarem de controle de temperatura no inverno, permitindo a colheita diária. O sistema de produção, colheita, embalagem e distribuição é tão eficiente e exato que os pedidos chegam em dois dias ao seu destino no exterior.
Um arco-íris de flores
Seja no verão, no inverno, na primavera ou no outono, é sempre tempo de se admirar as flores em Israel, seja em estufas ou em campos abertos. A melhor época,  no entanto, é entre meados de fevereiro e final de março, quando as flores silvestres surgem em todo o seu esplendor. Nesta época costuma ser realizado o Scarlet South Festival, na região nordeste do Deserto do Neguev, quando são organizados passeios gratuitos em meio a tapetes vermelhos de anêmonas na Área de Recreação Reím e na Floresta Ruhama.  Em março, também, é possível se apreciar o auge da florada das anêmonas e dos botões de ouro no chamado Campo das Anêmonas em Kfar Yarok. Estas também florescem ao norte e ao sul da estrada que leva a Beit Shmesh, mas estão concentradas principalmente na região de Givat Haturmasim, ao lado de tremoços vermelhos.
Amendoeiras e ciclamens também são abundantes de fevereiro a março na reserva de Sataf, uma área preservada a leste do Monte Eitan, nas proximidades da área ocidental de Jerusalém. Os ciclamens, cujas cores variam do branco ao rosa escuro, são também chamados de Fogo de Salomão, pois parecem chamas que saltam das pedras e das sombras. Ao norte de Tel Aviv está o Vale dos Narcisos, ou Emek HaNarkisim, no cruzamento de Glilot. Ali, também, há muitos campos de margaridas silvestres.
Na Reserva Natural Carmel, nas proximidades da Universidade de Haifa, os tremoços e as íris formam verdadeiros tapetes que se estendem por toda a região. Ali, também, pode-se presenciar mais um pequeno milagre da natureza: o crescimento de uma variedade singular de grandes tulipas cujas pétalas lembram as listras amarelas e marrons dos tigres. No Vale de Beit Shean, no alto do Monte Gilboa, está o habitat natural da espécie de íris que leva o nome da montanha. É, ainda, a flor escolhida para ser o símbolo da Sociedade de Proteção da Natureza de Israel. 
A melhor época para vê-las em todo o seu apogeu são os meses de março e abril. Há mais de 260 espécies de íris em todo o mundo sendo que muitas crescem naturalmente em território israelense e algumas apenas ali.  A íris é considerada uma das flores silvestres mais bonitas de Israel e cresce nas montanhas da Judeia e também nas Colinas do Golã. A exótica íris marrom escura do Neguev floresce em uma área do KKL próxima a Beersheva.
Os produtores israelenses enfrentam atualmente um duplo desafio: encontrar novas variedades e produtos que atendam à demanda do mercado, estando sempre um passo à frente de seus concorrentes, e, ao mesmo tempo, usar cada vez menos recursos hídricos sem diminuir o padrão de seus produtos. Ainda assim, apesar das dificuldades, as flores ainda representam um dos maiores itens na pauta de exportação de Israel e um ótimo negócio para o setor agrícola.
Fortes conexões
Diversas plantas nativas encontradas no moderno Estado de Israel estão mencionadas em vários textos bíblicos, comprovando a estreita ligação entre o Povo Judeu e a terra de seus ancestrais, há milênios de anos. Há aproximadamente cem plantas mencionadas na Torá e cerca de 400 na Mishná e no Talmud, citadas em diferentes contextos. Algumas fazem parte de narrativas referentes aos rituais realizados no Templo; outras em situações do cotidiano e outras, ainda, pelo seu uso medicinal.
As chamadas sete espécies bíblicas - trigo, cevada, uva, figo, olivas, romãs e tâmaras - são mencionadas em Deuteronômio 8:8 e ainda crescem em amplas áreas da paisagem israelense e desempenham um papel especial na tradição judaica.  “Uma terra de trigo e cevada, e vinhas, e figueiras e romã; uma terra de azeite de oliva, e mel ”, assim é definida a Terra Prometida aos judeus. Na Antiguidade, estes alimentos eram elementos básicos da dieta da população e apenas as primícias das sete espécies podiam ser utilizadas como oferenda ao Templo.
O trigo hoje semeado em todo o mundo tem origem no trigo silvestre da Terra de Israel ou dos países próximos. Atualmente, no moderno Estado Judeu, é plantado principalmente na região norte do Deserto do Neguev e colhido em Shavuot. No passado, a farinha de trigo era consumida principalmente pelos ricos.
Nos tempos bíblicos, segundo o Livro de Reis 2, 7:1, a cevada era usada como forragem e custava a metade do preço do trigo. Os mais pobres a consumiam como mingau e para fazer bolos. Menos popular que o trigo, não crescia com facilidade nos campos, era áspera e mais difícil de mastigar e digerir. Em Ruth 1, conta-se que a forragem teria chegado a Belém (Bethlehem) no início da colheita da cevada.
“O vinho alegra o coração do homem”, diz o Salmo 104: 14. As videiras são a primeira planta mencionada na Torá na história de Noah (Gênese 9:20). Já o texto em Números 13: 23 descreve como os espiões enviados por Moshé retornaram com um cacho de uvas tão grande que foram necessários dois homens para carregá-lo. O vinho é um elemento importante dos rituais judaicos no Shabat e nas festas.
O figo aparece pela primeira vez na Torá nos primeiros capítulos do Gênese, quando Adão e Eva cobrem sua nudez com folhas de figueira. Na Antiguidade, eram plantadas em jardins ao longo do país e seus frutos eram considerados nutrientes baratos. O queijo poderia ser talhado acrescentando-se suco de figo. Segundo citação em Isaías 38:21,  o figo possui qualidades medicinais sendo, no passado, usado como cataplasma.
A romã também foi trazida pelos espiões para mostrar a fertilidade da Terra de Israel. A romã possui 613 grãos, número que corresponde às 613 mitzvot mencionadas na Torá. As romãs são, também, um elemento muito presente nas obras de artistas judeus e seu suco é usado na produção de corantes vermelhos.
 A oliveira é uma das mais antigas e mais valiosas árvores do Oriente Médio, tanto pela sua fruta quanto pelo óleo e madeira. O azeite de oliva era utilizado para o acendimento da Menorá no Templo, além de ser um componente importante da dieta alimentar dos antigos israelitas, que já conheciam suas qualidades cosméticas. O ramo de oliveira é, até os dias de hoje, símbolo da paz inspirado no episódio do dilúvio, quando a pomba levou a Noah uma folha de oliveira para mostrar que havia terra nas proximidades da arca (Gênese 8:11). Alguns estudiosos acreditam que as oliveiras podem viver por mais de mil anos e, ainda, produzir frutos. Em Israel, é proibido cortá-las.
As tâmaras, mais especificamente o mel feito a partir delas, são mencionadas em fontes antigas. Nos tempos bíblicos e ainda hoje, Jericó é conhecida como Cidade das Palmeiras, pelas grandes tamareiras que ali crescem.
Bibliografia
http://www.wildflowers.co.il
Keeping the desert blooming, artigo publicado no site www.new-ag.info
Revista Eretz

Anti-sionismo é uma forma de Anti-semitismo.

"D-us, Israel e a Torá são um só" - Talmud
Por isso não se pode dizer ser contra Israel mas não contra os Judeus. 
É tudo uma coisa só. 
Quem odeia Israel, odeia os seus habitantes só porque são judeus.
E, mesmo que não admita, odeia também o D-us de Israel.
A pessoa pode negar e espernear à vontade, 
mas Anti-sionismo... é Anti-semitismo!


Mantendo a Nossa Sorte


À  LUZ  DO  MUSSÁR
              

      Era uma vez uma escada com dez degraus encostada na lateral de uma casa.

      Mesmo sendo cada degrau exatamente da mesma dimensão e feito da mesma madeira, o mais alto sentia-se superior a todos os outros degraus. Embora tivesse um sentimento de arrogância em relação aos degraus mais baixos, ele era particularmente insolente com o degrau inferior da escada, que pendia muito abaixo dele e apenas a uma curta distância do chão. Olhando com condescendência para os degraus, ele gritava com grande orgulho: “Eu fui escolhido para ficar acima de vocês e, portanto, sou o degrau maior e mais importante de todos”.

Enquanto o degrau superior fazia suas observações sem sentido, um vizinho passou e ouviu a sua arrogante declaração. Ele rapidamente estendeu a mão e começou a virar a escada ao contrário. Logo o degrau mais baixo sentiu-se voar até o topo, enquanto o degrau mais alto, de repente viu-se caindo do ponto mais alto ao mais baixo! Quando o degrau arrogante viu o que aconteceu, ele imediatamente se arrependeu de toda a sua presunção. O degrau mais baixo, que agora se encontrava no topo da escada, tomou muito cuidado de não nutrir nenhum sentimento de orgulho, pois não queria sofrer o mesmo destino do degrau orgulhoso.

A escada nesta parábola é uma alusão à dinâmica espiritual da riqueza neste mundo. A partir de nossa perspectiva terrena parece que o dinheiro vem às nossas mãos através dos esforços que fazemos, ou seja, nosso trabalho, criatividade ou profissão. Na verdade, cada centavo que entra em nossas mãos foi decretado anteriormente nos Céus. D'us sozinho decide quem deve ser rico e quem deve ser pobre.

Se uma pessoa é rica, que lembre que foi o Todo-Poderoso sozinho Quem a abençoou com toda a sua prosperidade. Ao refletirmos sobre essa verdade, a arrogância não trará a reversão de nossa sorte. Pelo contrário, manteremos um sentimento de humildade e permaneceremos com nossas posses e/ou riquezas.

 
As pontas da estrela de David são sempre equidistantes.

        * Ben Ish Hai é um dos livros escritos pelo Rabino Yossef Haim (Bagdá, Iraque, 1833-1909)
 Para receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br

Porção da Semana: Os dias de Sarah - חיי שרה - Ong Torá


E foram os dias de Sarah….
O livro do Zohar , clássico da Kabala , explica que a história da vida de Sarah simboliza a decida da alma (que é apelidada de Avraham) para o corpo (que é apelidado de Sarah). A Alma Divina chamada de "Neshamá" é você . Você , que desceu do céu para vencer uma corrida de obstáculos cheia de desafios que chamamos de vida e cumprir as Mitzvót (comandos Divinos) para ganhar por próprio mérito um “baixo paraíso” (no qual uma hora eqüivale a setenta anos dos maiores prazeres nesse mundo) ou até um alto paraíso (onde uma hora eqüivale a setenta anos no baixo paraíso) como prêmio por ter feito o trabalho Divino nesse mundo.
A Neshamá é pura e linda , cada ano que passa fica mais refinada e reluzente por meio do cumprimento das Mitzvót. Poderíamos dizer como exemplo que cada ano que passa , enquanto o corpo fica mais velho a Neshamá fica “mais jovem". O elo entre a Neshamá e o corpo é a alma animal na qual a Neshamá se reveste para acionar o corpo. Essa alma animal é chamada de Nefesh habehemit que é uma alma espiritual a nível deste mundo de Assiá . Sendo que o corpo é somente equipamento com suas limitações e defeitos e a alma animal é só o software do corpo tendo “vontades” próprias que são somente os interesses do animal racional , o primeiro desafio que temos a enfrentar (com jeitinho para não quebrar o equipamento nem seu software mas sim transformá-lo em aliado ao nosso objetivo) é focar a alma animal e o corpo nos interesses da Alma Divina . O primeiro obstáculo são os interesses do corpo que por instinto vai tentar usar a Neshamá para incrementar seus prazeres causando o fracasso da descida dela para esse mundo .Vamos ter que domá-lo ajudando-o pouco a pouco a deixar de ser animal , mas sem overtraining , tomando o devido cuidado para ele não quebrar mas sim usar seu entusiasmo animal a nosso favor.
A alma Divina tem um complemento para fazer a vontade Divina que é chamado de Yetzer Hatov.
A alma animal tem um complemento para fazer as vontades do corpo , esse instinto é chamado Yetzer Hará .
O Zohar nos conta que todas as noites quando vamos dormir , nossa alma sobe e se apresenta ao tribunal Divino, “os juízes da competição”. Ela é julgada por essa etapa da “corrida” . Se ela vence ela volta de manhã para continuar competindo. Ela é julgada de duas formas diferentes. O julgamento das ações positivas não é como o das negativas. Ela não é julgada pelas coisas negativas que vai fazer mas somente pelas que já fez. O julgamento das ações positivas é diferente, ela recebe um prêmio pelo que já fez e também é favorecida pelo que vai fazer , assim ela volta feliz e renovada de manhã para o corpo mesmo sem que seus atos atuais justifiquem isso. Quando ela sobe , um espírito impuro paira sobre o corpo. Quando ela volta , esse espírito impuro foge mas ainda fica ligado a nossos dedos, por isso fazemos Netilat Yadaim , lavamos as mãos de manhã intercaladamente para tirá-lo. Acordamos felizes por termos vencido a etapa do dia e agradecemos à Hashem dizendo “Modé Ani…”
O Zohar nos conta que os dias da nossa vida estão vinculados à sete Sefirot compostas de dez , ou seja , Chessed , Guevura , Tiferet , Netzach , Hod , Issod e Malchut , cada uma delas tem , fora seu aspecto principal , mais nove pequenos aspectos que são pequenas revelações das outras Sefirot e mais Chochmá , Biná e Daat , por isso diz o rei David no Tehilim :- “Os dias da nossa vida são setenta anos” , ou seja , sete sefirot compostas de dez , e quando chegamos ao último nível e já não temos mais onde nos apoiar , então começa nossa decadência . Ou seja , o tempo da corrida é cronometrado ! O rei David fala sobre uma pessoa normal , mas quem aproveitou os setenta anos para subir de nível a nível e se tornou um Tzadik ou uma TZADEKET , como no caso de Sarah , se conecta a Sefirá que está acima das sete , ou seja , a Biná que engloba as três primeiras , e lá não tem declinação e limite para a vida porque lá já existe o vínculo ao infinito . Por isso está escrito :- “Vaihiu Chayei Sarah” , uma linguagem de “ser”, foram dias verdadeiros sem declinação. Também a palavra “esses” foram os dias da vida de Avraham se refere ao mesmo assunto. E se perguntarmos :- Por quê essa mesma linguagem é usada para os dias de Ishmael ? O motivo é simples , porque  Ishmael voltou para o bom caminho, ele fez Teshuvá!  O Zohar nos conta que Ketora, a segunda esposa de Avraham era a própria Hagar que fez Teshuvá e até mudou de nome para expressar a veracidade da sua mudança de comportamento).

O fato de a Torá nos contar a história de Sarah e o Zohar nos revelar os segredos que estão por trás dela , vem nos indicar que “As atitudes dos patriarcas são um exemplo para os filhos” À cada um de nós foram dadas as forças necessárias para chegarmos a etapa final dessa corrida e vencermos , só temos que fazer isso sem overtraining, sem fundir o motor para tentar chegar mais rápido e por outro lado também não ficarmos parados com medo de ter uma distensão , mas a cada dia fazer as Mitzvot daquele dia com muita alegria amor e carinho , e o principal : Saber que Hashem é a essência do bem e a natureza de quem é bom é fazer o bem ,  e que Hashem está o tempo todo na nossa torcida levando a gente pela mão , nos ajudando a ultrapassar cada obstáculo e pronto para comemorar a nossa vitória com a Gueulá verdadeira e completa por meio do Mashiach em breve em nossos dias de verdade !!!

Nossa Parashá é dedicada à Elias e Fernanda Messer que por meio da sua empresa Line Life patrocinam a nossa ONG TORÁ. Que Hashem dê à eles e à toda a sua família muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família

Rabino Gloiber
Sempre rezando por vocês

Nós pagamos pela Terra de Israel.!

Quando Efron, o Hitita, concordou em vender a Avraham a caverna Machpelá, em Hebron, ISRAEL, para ser o local de enterro para Sara, depois de alguma ‘negociação’ com Avraham, a Torá relata:

E Avraham ouviu ... e pagou mais que seu valor ... 400 moedas de Shekel (Bereshit - Gênesis 23:16)”.

No início das negociações, Efron falou como se fosse um homem generoso, dando muito respeito a Avraham e ostensivamente oferecendo-lhe o terreno gratuitamente.

Mas, de passagem, ele mencionou: “As 400 moedas de Shekel que se pagaria normalmente por um terreno destes não são nada entre amigos. Sua amizade é mais preciosa que o dinheiro. Pegue-o sem pagar nada”.

Avraham entendeu a dica. Ele era muito perceptivo e percebeu que Efron não queria realmente dar o terreno de graça.

A um passante mais ingênuo poderia parecer que Efron mencionara a soma de dinheiro
como um aparte, uma simples observação sem maior significado.

Entretanto, Avraham ‘ouviu’ e com sua intuição bem desenvolvida entendeu a real intenção de Efron. Ele respondeu aos desejos mais internos de Efron e não às suas palavras superficiais.

Esta habilidade de diferenciar entre o que alguém diz e o que realmente quer dizer é um atributo que todos devemos tentar desenvolver. Isto é algo muito necessário e ainda mais para o crescimento espiritual da pessoa.



Por exemplo: um indivíduo solta uma observação de menosprezo sobre algo que acabou de fazer. Na verdade, ele gostaria de receber uma palavra de elogio sobre sua realização.

Ele pode estar indeciso sobre a qualidade do que fez e deseja uma palavra de apoio. Este encorajamento poderia ser benéfico e motivá-lo para futuros sucessos. Se realmente o ‘ouvirmos’, falaremos palavras boas e agradáveis.

Outro exemplo: Você pode perguntar a alguém se precisa de ajuda. Ele responde: “Não, obrigado. Eu consigo me virar sozinho. Não é difícil”. Tomando estas palavras por seu ‘valor de face’, podemos ir embora, tranquilos, pois realmente perguntamos se a pessoa precisava de ajuda ou não.

Entretanto, se formos perceptivos, perceberemos que ele sim deseja nossa ajuda. Talvez esteja envergonhado ou tímido em solicitar uma ‘mãozinha’. Aprendamos a ser perceptivos para captar quando nossa ajuda é necessária e realmente bem-vinda.

Ao adquirir esta sensibilidade e bom discernimento, conseguiremos chegar a níveis cada vez mais altos na mitsvá de “Amar ao Próximo como a Si Mesmo”!

baseado no livro Growth Through Torah, do Rabino Zelig Pliskin

Judeus plantam. Árabes queimam. Quem ama planta.

FOGO CRIMINOSO ATINGE GRAVEMENTE FLORESTAS DE ISRAEL
O SERVIÇO DE SEGURANÇA INTERNA SHIN BET ESTÁ INVESTIGANDO RODOVIAS QUE DÃO ACESSO A JERUSALÉM TAMBÉM TEM FOCOS DE FOGO
O SERVIÇO DE ATENDIMENTO MAGUEN DAVID ADOM ESTÁ EM ALERTA MÁXIMO COM CENTENAS DE VOLUNTÁRIOS
 
Dezenas de milhares foram evacuados imediatamente com os incêndios assolando todo Israel pelo terceiro dia consecutivo. A segurança cada vez mais acredita que vários dos incêndios podem ter sido politicamente casos de incêndio criminoso motivado, embora a maioria dos incêndios foram causados por rajadas de vento extremas e seca. Rússia, Turquia, Grécia, Itália, Croácia e Chipre enviarão um total de 10 aviões a Israel para ajudar a combater os incêndios que estão se espalhando.
A erupção de incêndios é a pior desde 2010, quando Israel sofreu o único incêndio florestal mortal em sua história . Naquela data, o fogo queimou fora de controle durante quatro dias, matou 42 pessoas e foi extinto apenas depois de aeronaves especializadas, chegadas de lugares tão distantes como os Estados Unidos, abafaram as chamas.
 
Novos incêndios em erupção em Modi'in, Rishon LeTsion

Vários novos incêndios irromperam, um ao lado da estação de trem em Modi'in e outro ao lado do trem na área de Cesaréia. Um terceiro novo incêndio também começou em Rishon Letzion enquanto outro surgiu na floresta Menashe, causando o fechamento de uma parte da estrada 6953.
Ambas as estações de trem em Modi'in foram fechadas como resultado do fogo na cidade e os bombeiros em Rishon Letzion estão lutando para manter as chamas e evitando que se espalhem para um posto de gasolina.
Enquanto isso, os guardas de segurança capturaram e investigam um jovem após vê-lo fugindo da cena em que um incêndio foi situado perto da Prisão Damon, a sudeste de Haifa. Duas prisões, Damon e Carmel, estão de prontidão para evacuar se necessário.
 
Shin Bet investiga incêndios

O Shin Bet confirmou que eles estão envolvidos em investigações sobre os incêndios que eclodiram em toda Israel, especificamente para determinar se eles são o resultado de incêndio intencional.
 
56 feridos, tratados por equipes de emergência

Pelo menos 56 pessoas foram feridas pelos incêndios e tratadas por equipes de emergência do Magen David Adom.
55 deles foram confirmados levemente intoxicados como resultado da inalação de fumaça e uma pessoa foi moderadamente ferido. Pelo menos três foram evacuados para Bnei Zion Hospital, 20 a Rambam Hospital e 13 para o hospital Carmel.
Dois  batalhões e reservistas do IDF estão ajudando civis nos esforços de combate a incêndios e a polícia.

Os civis em áreas próximas às atingidas pelo fogo foram orientados a permanecer em casa e abster-se de ligar aparelhos de ar condicionado. Os civis também foram solicitados a se manterem longe das áreas dos incêndios.

Música, Fé, Diversão, Coaching, tudo no mesmo CD e também para as crianças!?

SIM! o CD Tropicasher Kids já na Livraria Sêfer 

Primeira edição, garanta já o seu!

"O seu trabalho é muito bom e tem gerado bons frutos no meio judaico e até fora. 
Tem passado uma ótima imagem do judaísmo para as pessoas que ainda não conhecem bem. Assisti seus dois vídeos no Jô, gostei muito. Achei excelente!
Muito bom mesmo, o movimento Tropicasher está sendo um sucesso e tenho certeza que fará cada vez mais ! Tão logo se tornará uma marca registrada do estilo de vida judaico em todo o Brasil e fora também, ensinando e instruindo as pessoas como deve ser o estilo alegre e divertido de se vivenciar o judaísmo! 
Mazal tov com o seu trabalho ! B"H !"


  
  
                                           Apenas R$32

EDITORA E LIVRARIA SÊFERA Livraria Judaica do Brasil
Alameda Barros, 735    CEP 01232-001    São Paulo    SP(próximo à estação Marechal Deodoro do metrô)
tel. 11 3826-1366
fax 11 3826-4508
 
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