Quem sou eu

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Sociólogo pela Universidade de Haifa, especialize-me em abrir caminhos dentro do conhecimento judaico e melhorar a comunicação entre judeus e não judeus. Este é um caminho aberto para se comunicar com os judeus de Israel, EUA, Canadá, Europa ou aqueles que vivem em países da América Latina, mas não falam Português (no Brasil) ou espanhol (todos os outros países, além das Guianas)

O que é o Léchem Hapanim?

Como era o Shulchan e os Léchem HaPanim (Pão da Preposição)

Hashem fez um Shulchan (mesa) de fogo descer do céu para que Moshé pudesse estudá-lo e entender como ele deveria ser.

O Shulchan era feito de madeira e coberto com ouro. Em torno da borda superior havia um belo aro de ouro. Duas varas cobertas de ouro, cada uma passava por dois anéis nas laterais da mesa. No topo do Shulchan havia duas filas com cinco prateleiras abertas feitas de tubos de ouro. Dois pães eram colocados no próprio Shulchan, e dez pães, nas prateleiras abertas.

Instituto do Templo em Jerusalém.

Cada Léchem HaPanim (pão) se parecia com uma matsá retangular e grossa, com as bordas viradas para cima.

Os cohanim em serviço no Mishcan naquele momento recebiam os pães antigos para comê-los. No entanto, era difícil crer que estes pães haviam sido feitos há uma semana. Pois quando os Léchem Hapanim eram tirados da mesa, depois de uma semana, eles nunca estavam duros, secos ou mofados. Eles tinham o gosto de pães quentes e frescos, como se tivessem acabado de sair do forno!
Na época do Beit HaMicdash, quando os judeus vinham visitar o Templo Sagrado em Yom Tov, era-lhes mostrado estes pães antigos, que ainda estavam frescos e quentes. "Vejam o quanto Hashem ama vocês!", era dito às pessoas. "Sua Shechiná repousa nesta Casa, e faz milagres acontecerem."
Por causa destes pães sagrados, Hashem enviava Sua bênção sobre todos os alimentos que pertenciam aos judeus. Hashem dava a Bnei Yisrael muita fartura de comida, para que eles pudessem estudar Torá sem preocupações.
As קערות (assadeiras): Os Léchem HaPanim eram assados em assadeiras de ferro com o formato de um retângulo. Depois de assados, os pães eram colocados em assadeiras de ouro e levados para a mesa.
As כפות (tigelas): Sobre o Shulchan eram colocadas duas tigelas repletas de levoná (uma especiaria).

Todo Shabat, antes de os Léchem HaPanim serem comidos pelos cohanim, as especiarias nas tigelas eram queimadas, e emitiam um aroma delicioso. Depois, os cohanim tinham permissão de comer os Léchem HaPanim.

O Pequeno Midrash Diz
cortesia: Onkelos ben Avraham

Atestado de Judaísmo 171


  • Já reparou quando as pessoas respondem com escárnio?
  • Existe uma regra na vida: quando confrontadas com a própria iniquidade, algumas pessoas vão de uma atitude pacífica à fúria e trovoadas em instantes.
  • Pois bem: uma pessoa querendo VENDER documentos de prova da Judaísmo (nenhum judeu tem isto) a descendentes de judeus sem passar por um processo casher de conversão nem pelas Leis do Estado de Israel, pediu para que eu propalasse seu business nas minhas páginas.
  • O Tropicasher é estritamente adeso às Leis Judaicas e a Israel, por isso apenas perguntei: Sem conversão? Sem atestado do Estado Israel?
  • De repente, o pequeno Esaú vem à tona: palavras agressivas, hostilidade gratuita e acesso de fúria formaram a resposta recebida. Para que eu não pudesse contestar civilizadamente usando das tradições judaicas, a pessoa (graças a D-us) me bloqueou, estratagema tipico dos covardes.
  • Fica o alerta: se tentarem te vender algum atestado de Judaísmo, se você for nato não precisa, se for convertido cashermente também não, se for cidadão de Israel menos ainda e se não se enquadrar em nenhuma das anteriores, alguém está te passando para trás!
  • O Judaísmo não é missionário e não alicia pessoas.
  • Abraços Tropicasher!
  • www.tropicasher.com.br





O Segredo Para se Ter Bons Amigos

NUTRINDO NOSSAS ALMAS

             É da natureza dos cães fazerem barulho e latir para as pessoas que entram em seu território. 
          No entanto, o midrash (uma das explicações sobre a Torá) nos relata que quando o Povo de Israel saiu do Egito, nem mesmo um único cão se atreveu a latir. 
          Os cães dos egípcios sobrepujaram os seus instintos naturais, mesmo que os cachorros não sejam dotados de bom senso.
            Nós, os seres humanos, somos dotados com a capacidade intelectual de controlar as nossas línguas. Portanto, somos muito mais responsáveis em usar a nossa fala apropriadamente e nunca falar negativamente sobre outro ser humano.

Elevemo-nos ao nos tornarmos ‘especialistas’ em controlar a nossa fala e audição. 

Optemos por sempre nos afastar de falar ou ouvir qualquer coisa depreciativa. 

Desta maneira seremos mais queridos por todos e desfrutaremos de amizades sinceras e harmoniosas!
  
No Campus da Google em SP.

Baseado nos ensinamentos do Hafêts Haim, do Rabino Israel Meir Kagan (Polônia, 1838-1933) 
Para receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br

Parashá MISHPATIM - Levi Fidelix estava certo.


A Torá nos conta que a pessoa que matou alguém sem intenção é exilada para uma das "cidades de refúgio". A linguagem do versículo é: "ele não teve intenção mas D'us colocou (esse acontecimento) na mão dele". Mas porque D'us deixaria acontecer uma coisa dessas por meio dele? Disse o rei David:- "Como dizia o antigo provérbio, dos malvados sai o mal". E aonde a Torá diz que dos malvados sai o mal? Nesse nosso exato versículo! "D'us colocou na mão dele" ou seja,uma coisa ruim que tem que acontecer, acontece por meio de uma pessoa ruim! Pergunta Rashi:- Sobre o quê o versículo está falando? Sobre duas pessoas , uma que assassinou sem intenção e outra que assassinou intencionalmente . Nos dois casos não haviam testemunhas e eles não receberam nenhum castigo. Então D'us faz com que eles se encontrem em um mesmo lugar. Esse que tinha assassinado intencionalmente está sentado embaixo de uma escada, esse que tinha assassinado sem intenção sobe na escada e sem querer cai sobre aquele que tinha assassinado intencionalmente matando ele sem intenção na frente de pessoas que testemunham esse acontecimento e ele é condenado à exílio. Final das contas, Esse que matou sem intenção é exilado e esse que matou intencionalmente é morto fazendo acontecer o Tikun , correção das almas que agora, depois desse Tikun ficam livres de pendências anteriores. Diz o Ari Zal que isso pode ser dividido em duas reencarnações, na primeira ele assassinou intencionalmente e na segunda ele foi morto sem querer e esse é o conserto e refinamento dessas duas almas. Essa equação é aplicada a qualquer caso e qualquer coisa determinando uma regra chamada "megalguelim zechut al yedei zacai vechová al yedei chayav" . Ou seja, lá de cima fazem uma coisa boa acontecer por meio de uma pessoa boa e uma coisa ruim por meio de uma pessoa ruim, e muitas vezes uma pessoa boa na reencarnação atual infelizmente tinha sido uma pessoa ruim na reencarnação anterior e carrega essa pendência sem saber, como é o caso que trás o Ari Zal na nossa Parashá sobre um dos inúmeros motivos espirituais pelos quais uma mulher tem um aborto . É o caso em que nessa reencarnação ou em alguma anterior ela  concordou em fazer um aborto não por perigo de vida dela mas talvez por motivos econômicos ou sociais. Essa mulher carrega essa pendência. Outra pessoa cometeu uma transgressão passível de uma pena Divina chamada "caret"  (redução das vida para menos de cinquenta anos) mas ela já estava velha e não tinha como passar por esse "caret". Essa pessoa falece . A mulher que carrega a pendência do aborto engravida e o embrião recebe a alma dessa pessoa que precisa receber o caret . No final ela acaba abortando ele contra a própria vontade causando o "caret" dele e as pendências espirituais dele e dela são eliminadas e essas duas almas são purificadas.

A mentira na visão judaica:
Nossa Parashá diz : "Fique longe da mentira"! Se a mentira não é coisa boa por que a Torá não nos proíbe mentir , e se é coisa boa porque a Torá nos pede para ficar longe dela? Diz o Baal Shem Tov que a mentira é um veneno e de um veneno temos que ficar longe, mas um médico especialista sabe em que dose o veneno vira remédio e em que overdose ele volta a ser veneno. O exemplo disso na Torá é Aharon Hacohen que por meio de uma "mentirinha" conseguia fazer as pazes entre marido e mulher e entre duas pessoas que estavam brigadas. Ele era o médico especialista que sabia a dose certa do veneno para salvar a pessoa.
Beit Hilel na Mishná diz que devemos dizer em qualquer casamento que a noiva é bonita e simpática (mesmo sendo feia e antipática) e muitos exemplos desse gênero encontramos nos livros judaicos. Por outro lado nem toda verdade é permitida pela Torá e muitas vezes a verdade é classificada como "leshon hará" (publicar uma coisa ruim sobre alguém) e o mito de que se é verdade é permitido falar foi refutado pelo judaísmo a ponto de o Chofetz Chaim ter escrito um livro inteiro sobre qual verdade é permitido falar e em que caso , para não ser considerado uma "leshon hará". Ou seja, uma verdade que quando divulgada pode prejudicar alguém também é um veneno!

Curiosidade : A frase "a mentira tem perna curta" que em português não tem nenhum sentido é de origem totalmente judaica, e o motivo é que cada uma das três letras da palavra mentira em hebraico tem um pé só (perna curta) enquanto que cada uma das três letras da palavra verdade em hebraico tem dois pés! Mais um sinal das origens judaicas dos bandeirantes brasileiros

Atualidades : 
Visão judaica em relação a casamento entre dois homens (um com o outro). No judaísmo existem três fronteiras intransponíveis. Todo mandamento Divino tem a permissão para ser transgredido em caso de perigo de vida como no caso de um remédio não casher que se torna permitido ou ir de carro para o hospital no Shabat quando alguém está em risco de vida, fora três coisas: idolatria, assassinato e a categoria de relações proibidas que a Torá classifica como "guilui araiot" . Esses três mandamentos Divinos não podem ser transgredidos nem por motivo de perigo de vida e devemos morrer e não transguedi-los, por isso muitos judeus portugueses e espanhóis na época da inquisição morreram queimados em praça pública por se recusarem a fazer idolatria. O "guilui araiot" , categoria da qual uma relação marital entre dois homens faz parte , também entra nessa classificação de "morrer mas não fazer" e é proibido pelo judaísmo tanto quanto o adultério.

Agradecemos imensamente à Fernanda e Elias Messer que por meio da sua empresa Line Life apóiam a nossa ONG TORÁ
Nossos agradecimentos ao Sr Idevaldo Mamprim pelo seu apoio, ao  grupo Facislito , hotel Rojas , empresa Adar e todos vocês que estão nos apoiando, que Hashem dê à eles e à todos vocês muito sucesso, muita saúde, muito dinheiro e felicidades judaicas de toda a família!!
Nossos profundos sentimentos pelo falecimento do pai do Sr Abdala Costa da Neeman despachantes aduaneiros aonde temos uma aula de Tanya todas as segundas feiras, que D'us o tenha no paraíso.

Para o horário de acendimento das velas de Shabat na sua cidade acesse ao nosso site www.ongtora.com

Nossa Parashá é oferecida em memória de 
Mazal Bat Esther Nasser
Falecida em 5 de Sivan de 5741
Haim Ben Shafia Nasser z"l 
Falecido em 17 de shevat de 5762 

Rabino Gloiber

Mishpatim (Leis da Torá) - Meor Hashabat

Porção Semanal da Torá:   Mishpatim   Shemót  (Êxodos)  21:01 - 24:18

            Esta porção semanal contém 23 mandamentos positivos (Faça !) e 30 negativos (Não Faça !). Estão incluídas aí as leis referentes a escravos e escravas, assassinato, ferir o pai ou a mãe, sequestro, amaldiçoar os pais, prejuízos pessoais, ferimentos pessoais, tipos de prejuízos e suas indenizações, sedução, idolatria, mal trato de crianças, órfãos e viúvas.
            A porção continua com as leis sobre empréstimo de dinheiro, não amaldiçoar juízes ou líderes, dízimo, primogênitos, devolução de animais perdidos, ajudar a descarregar um animal, o ano Sabático, o Shabat e as Três Grandes Festas (Pessach, Shavuót e Sucót).
            Mishpatim conclui com a promessa do Criador de nos guiar na Terra de Israel, proteger a nossa jornada, garantir o fim de nossos inimigos e a nossa segurança na Terra de Israel ao cumprirmos a Torá e suas mitsvót. Moshe conclui seus preparativos e os do Povo, e sobe ao Monte Sinai para receber os Dez Mandamentos.



Dvar Torá:   baseado no livro Growth Through Torah, do Rabino Zelig Pliskin

            A Torá discorre sobre a responsabilidade de alguém que feriu outra pessoa: “E ela deve ser curada (Shemót 21:19)” – significando que o ofensor deve pagar as despesas médicas da pessoa prejudicada. O Talmud (Berahót 60a) ensina que deste versículo aprendemos o princípio de que o médico pode curar. Por que a Torá precisou nos contar que é permitido ao médico curar?
O Rabino Yaacov Ytschak Horowitz, conhecido como Hoze (O Vidente) de Lublin (Polônia, 1745-1815), esclareceu que um médico tem permissão apenas para curar. Ele não tem o direito de desesperar o paciente sobre a sua possibilidade de cura. Mesmo que o médico entenda, por sua experiência e por tudo o que já foi estudado sobre situações similares a esta, que doentes assim geralmente não se recuperam, o Todo-Poderoso é Quem tem a palavra final sobre a realidade da recuperação de qualquer pessoa. Nunca desista! Há muita gente que viveu muitos anos após os médicos terem dito o oposto.
Visto isto ser evidente em relação a problemas médicos, também é verdadeiro em relação ao nosso comportamento e emoções. Ninguém pode ter certeza que uma pessoa mudará para melhor ou não mudará para melhor. Não devemos esperar por milagres, mas todo o tempo que alguém está vivo sempre existe esperanças de melhoria e aperfeiçoamento.
Só depende de a pessoa estar motivada a fazer um esforço para mudar.


Promovendo amizades


      
Rabi Eliezer disse:
‘Que a honra de seu amigo lhe seja tão preciosa quanto a sua’.
(2:15)



       A honra e a paciência que demonstramos aos nossos amigos e familiares são as chaves para promovermos amizades saudáveis e duradouras. Quanto mais honramos os demais, mais paciência demonstraremos a eles. 

       Já a impaciência corrói relacionamentos porque é geralmente entendida como uma falta de respeito. Ao sinceramente honrarmos os nossos amigos e familiares, somos inspirados a nos relacionar com eles com uma generosa medida de paciência. Isto nos dá a vantagem de continuamente proteger, aprimorar e reforçar as nossas amizades. 

       Honra e paciência são os pilares indispensáveis para relacionamentos saudáveis.
       Aumentemos o nível de honra e paciência para com os nossos entes queridos e amigos e colhamos alegria, significado e confiança em nossos relacionamentos!

Em Haifa, anos 80 
Baseado no comentário do Rabino Ovádia de Bartenura (Itália e Israel, 1440-1516) sobre o Pirkei Avót
              Para receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br
      


O que é o movimento do Mussár?


                   
      
Hoje, dia 25 do mês hebreu de Shevat, é o Yortsait (aniversário de falecimento) do rabino Israel Salanter (Lituânia, 1810-1883), o fundador do Mussár – um programa de ensinamentos voltado para o crescimento moral, pessoal e ético das pessoas.

       O rabino Salanter dedicou a sua vida a inspirar e incentivar as pessoas a se empenharem em auto-melhoria e refinamento de caráter. Ele ensinou que toda a base da Tora são traços de caráter agradáveis e a vívida consciência da presença do Todo-Poderoso em nosso dia-a-dia. 

       Ele inovou o estudo diário de Mussar como o principal remédio espiritual para as nossas almas. Através dele podemos ter boa esperança para o Mundo Vindouro além de uma vida mais tranquila e harmônica neste mundo.

       Os seus ensinamentos inspiraram todo o mundo judeu na época e a sua influência continua até hoje. Que possamos continuar a desfrutar dos ensinamentos de Rav Israel e que o Todo-Poderoso nos abençoe com sucesso em todos os nossos empreendimentos materiais e espirituais.

       Minhas mais carinhosas bênçãos,

      Rabino Zvi Miller


Para receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br

Quais são os 3 componentes do Judaísmo?

Prepare uma xícara de café. Adicione leite. Então adicione açúcar ou adoçante. Misture tudo.

Você terá um café com leite adoçado a gosto.

Agora tente separar o café, o leite e o açúcar em três vasilhas diferentes.

Você não vai conseguir! Mesmo se quiser destilar o preparado não obterá cada um em separado.

Assim é o Judaísmo.

Três são os seus componentes, inseparáveis e indissolúveis:

1) Am Israel - o Povo Judeu, ou seja, quem nasce de ventre judeu ou fez um guiur casher.
2) Eretz Israel - a Terra de Israel, hoje representada pelo Estado de Israel.
3) Torát Israel - a Lei da Torá e do Talmud, assim como seus ensinamentos.

Tudo o que acontece com os judeus, entre os judeus, ou pelos judeus tem um ou mais destes ingredientes.

Assim, alguém que estude ou pratique a Torá mas não nasceu de ventre judeu ou que não fez um guiur casher pode ser uma ótima pessoa, mas nunca será um rabino, por exemplo.

Igualmente se alguém quiser dissociar Israel do consciente coletivo, religioso ou cultural dos judeus irá se deparar com uma enorme oposição. No início do Movimento Sionista houve quem indicasse Uganda como lar nacional para os judeus fugidos da perseguição na Europa, mas a idéia foi totalmente rejeitada.

Em última análise, é preciso ter bem claro que o Judaísmo não é excludente, mas também não é missionário, nem tampouco alicia gente para as suas fileiras. Isto seria anti-judaico.

Se você não é judeu mas gosta do Judaísmo e de Israel, parabéns! Fique à vontade para se servir como quiser da nossa herança. Mas lembre sempre que ser judeu é fazer parte de um povo e se você não o faz, nada fez de errado, pois para nós não existe algo como "Salvação", já que ninguém está em perigo.

Se você é judeu mas não gosta do Judaísmo ou de Israel, sentimos por isso, mas, como um dos nossos, saiba que há uma herança enorme te aguardando, e que teremos o maior prazer em compartilhar com você! Que tal começar por aqui: www.tropicasher.com.br

O povo de Israel, na Terra de Israel, seguindo a Torá se Israel.




Quem foi Otniel?

Moeda antiga com rosto de Otniel
Otniel em hebraico עָתְנִיאֵל בֶּן קְנַז Otniel Ben Knaz foi o primeiro dos juízes bíblicos.

Família

Era filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe, da Tribo de Judá. Ou seja, Otniel era sobrinho de Calebe. (Juízes 1:13; 3:9; Livro de Josué 15:17). Otniel, o qual, depois da morte de Josué, livrou os israelitas da opressão de Cusã-Risataim, nascido em cerca de 1438 a.C., segundo o Chronicon (Jerônimo)) significa "Leão de Deus". Quando Calebe promete a mão de sua filha Acsa para aquele que conquistar a terra de Debir, é Otniel que sobe para o desafio, tornando-se assim, genro de Calebe (Josué 15:16,17; Juízes 1:13).

Campanha como juiz[

Algum tempo depois da morte de Josué, os israelitas, mais uma vez voltaram-se para o pecado e caíram sob a sujeição de Cusã-Risataim, rei de Aram-Naharaim na Mesopotâmia, por causa das transgressões contra Deus. Ele os oprimiu durante oito anos; quando eles, "gritaram" a Deus, Otniel foi levantado para ser o libertador. Ele era o filho de Quenaz, que era o irmão mais novo de Calebe de acordo com traduções da Bíblia, como em (Juízes 3:8). Ele é o único juiz mencionado conectado com a Tribo de Judá. Sob o juízo de Otniel a paz durou quarenta anos.
Após estes quarenta anos, Israel caiu sob a sujeição de Eglom, um rei de Moabe que derrotou Israel com a ajuda de Amon e Amaleque (Juízes 3:12-13).

Túmulo

O túmulo de Otniel Ben Knaz está localizado em Hebron em uma tradicional caverna de enterro.Localizado a cerca de 200 metros a oeste do edifício Beit Hadassah, tem sido reverenciado como um local de orações para as gerações.
A estrutura do túmulo corresponde a cemitérios judeus que foram feitos nos tempos da Mishná, como uma caverna de enterro da família com compartimentos nas laterais.
Menachem Mendel de Kamenitz, o primeiro hoteleiro na Terra de Israel, faz referência à sua visita ao Túmulo de Otniel em seu livro de 1839 "Sefer Korot Ha-Itim". Ele afirma: "fora da cidade de Hebron, fui até a sepultura de Othniel ben Quenaz e, ao lado dele, estão colocados 9 estudantes em nichos para descansar, na parede em direção a um abrigo em um vinhedo


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Não perca a postura!

     
"Rabi Eliezer disse: ‘Não se irrite facilmente’ "
 (Pirkei Avót 2:15)

 O ser humano tem a tendência de rapidamente ficar bravo quando ofendido. No entanto, uma vez que não há nada mais prejudicial para as relações interpessoais do que a raiva, ela deve ser evitada a todo custo. Quanto mais paciência a pessoa tiver, mais irá desfrutar de relacionamentos agradáveis e saudáveis. 

A raiva e o nervosismo são contraproducentes. As pessoas têm que estar constantemente em guarda para controlar o seu temperamento, a fim de não prejudicar os outros e a si próprias.  

Façamos uma regra para nós mesmos de não ficarmos irritados com os nossos amigos e entes queridos e preservemos a paz.

Apliquemos os conhecimentos de nossos Sábios para que nossos relacionamentos nos tragam felicidade, harmonia e amizade!


 
Rabi Arieh Levin, conhecido por
 sua  notória personalidade pacífica.


Baseado no comentário do Rabeinu Yoná (Espanha, *-1263) sobre o Pirkei Avót

                 Para receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br

Três componentes de uma vida saudável.

 “Raban Shimon ben Gamliel disse: 
‘O mundo perdura graças a três coisas: a verdade, a justiça e a paz’ (1:18)”




Em uma incrível revelação de sabedoria, a Torá revela os três componentes essenciais que formam a base de uma família, uma sociedade e um mundo sadios. A ‘justiça’ é representada e desempenhada pelos tribunais judiciais, a ‘verdade’ é encontrada quando as pessoas não mentem umas às outras e a ‘paz’ prevalece quando existem os dois itens anteriores – tanto entre as nações como nas relações interpessoais.
       O comprometimento de tratarmos uns aos ouros com integridade e paz são os elementos fundamentais para criarmos um mundo que seja moralmente bom e seguro.
Façamos todo o possível para tratar os outros corretamente, falar a verdade e estar em paz com todos!

Baseado no comentário do Rabino Ovádia de Bartenura (Itália e Israel, 1440-1516) sobre o Pirkei Avót
         Para parar de receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br

         

Fale pouco e Faça muito

       Shamai disse:"Fale pouco e Faça muito"
(Pirkei Avot, 1:15)

      
              Muitas vezes as pessoas prometem que vão fazer muito para ajudar seus amigos e familiares e acabam fazendo muito pouco. O grande Sábio Shamai, no entanto, ensinou-nos que a forma confiável de oferecer ajuda é prometer pouco e realmente fazer bastante. Por exemplo: a Torá nos relata que quando três viajantes do deserto vieram ao nosso Patriarca Avraham, ele lhes disse: "Vou lhes servir um pouco de pão para comer". Avraham foi e serviu-lhes uma suntuosa refeição.

       Quando nos oferecemos para ajudar os outros, é conveniente em primeiro lugar nos expressarmos com humildade e cortesia e então, ativamente, os ajudar com o máximo de benefícios que pudermos.

       Falemos de uma maneira simples e não pretensiosa quando nos voluntariarmos para ajudar alguém – e o(a) ajudemos ao máximo. Desta maneira conseguiremos aliviar o fardo de muitas pessoas e testemunharemos grandes salvações e sucessos para todos!


Em Hollywood, pro,movendo o Tropicasher.


Baseado nos comentários de Rashi, o Rabino Shlomo ben Ytschak (França, 1040-1104) – um dos maiores comentaristas da Torá e do Talmud, sobre o Pirkei Avót
 Para parar de receber o e-Mussar: emussar@terra.com.br

Leilui Nishmat DINA LIBE bat ESTHER

Itró - a parashá dos Dez Mandamerntos. Mandamentos?

 Meór HaShabat Semanal                                      BSD                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

Perspectivas para a Vida, Idéias para o Crescimento Pessoal  

O Mais Popular Semanário Eletrônico Do Mundo Judaico!                                                                             22 – Shevat - 5777

Aish HaTorá – Acendendo a Chama da Torá em cada Coração judeu!                                                           18 – fevereiro – 17


BOM DIA! Muitas pessoas frequentemente me dizem: Eu não cumpro as 613 mitsvót (mandamentos), mas sigo todos os 10 Mandamentos!O problema mais comum é que se lhes perguntamos, dificilmente conseguem enumerar os 10  ...  e é difícil cumprir um mandamento sem saber qual é. Então, como uma prestação de serviço público, trago a vocês a relação:

Quais São os Dez Mandamentos e Por Que São Importantes?

        O Judaísmo iniciou-se quando Dus reuniu toda a nação Israelita, aproximadamente 3 milhões de pessoas, ao pé do Monte Sinai e proclamou os Dez Mandamentos. Um elo permanente forjou-se entre o Todo-Poderoso e o Povo Judeu.
            Os Dez Mandamentos são uma introdução aos outros 603 mandamentos. Eles formam a base moral e os princípios básicos e essenciais para a sobrevivência do Povo Judeu, tanto religiosa como eticamente. Embora os Dez Mandamentos sejam de importância fundamental, todos os 613 mandamentos foram dados por Dus e são essenciais ao Judaísmo.
            Como o Rabino Aryeh Kaplan Z”TL (Estados Unidos, 1934-1983) escreveu em seu monumental Handbook of Jewish Thought - Manual do Pensamento Judaico (disponível em https://moznaim.com/product/handbook-of-jewish-thought/), os primeiros 5 Mandamentos tratam primariamente dos fundamentos de nossa religião: a crença em Dus, a negação da idolatria, o respeito pelo nome de Dus, o Shabat como celebração da Criação e o mandamento de honrar os pais para garantir a sobrevivência das tradições. Os segundos 5 Mandamentos tratam das bases morais de nossa sociedade: o respeito pela vida, o recato e a propriedade, a busca da justiça e o controle dos impulsos de cobiça.

Os   10  Mandamentos


I.              Eu sou o Et-rno, seu D’us, que os tirou da terra do Egito, da escravidão.
II.            Não tenham outros deuses alem de Mim. Não representem (estes deuses) através de estátuas ou imagens, de nada que esteja no céu, na terra, nas águas ou debaixo da terra. Não se prostre a eles nem os cultue, pois Eu sou o Et-rno, seu Dus, Dus zeloso. Em relação aos Meus inimigos, recordarei o pecado dos pais para os filhos, até sua terceira e quarta gerações. Mas para aqueles que Me amam e seguem Meus Mandamentos, Eu demonstrarei amor por milhares de gerações.
III.           Não jure em nome de D’us em vão. Dus não permitirá que alguém utilize Seu nome em vão e saia impune.
IV.          Lembre-se do Shabat para santificá-lo. Seis dias vocês trabalharão e farão suas tarefas, mas o sétimo dia é Shabat para Dus. Não faça nada que constitua trabalho: você, seu filho, sua filha, seu servo, sua serva, seu animal e os peregrinos que estiverem em suas cidades, porque em seis dias Dus criou os céus e a terra, o mar e tudo que está dentro dele, e no  sétimo dia descansou. Portanto, Dus abençoou o dia do Shabat e o santificou.
V.           Honre seu pai e sua mãe, para que tenha vida longa na terra que o Criador está dando a você.
VI.          Não matarás.
VII.         Não cometa adultério.
VIII.       Não roube.
IX.          Não testemunhe falsamente contra seu semelhante.
X.           Não cobice a casa do seu próximo. Não cobice a esposa dele, seu servo, sua serva, seu boi, seu burro ou qualquer coisa que seja dele.

Porção Semanal da Torá:                    Yitró       Shemót  (Êxodus)  18:01 - 20:23

            Esta é a porção semanal que relata a outorga dos Dez Mandamentos. Você sabia que há diferenças entre os Dez Mandamentos enunciados aqui (Shemót 20:1-14) e os relatados no livro Devarim (5:6-18), o quinto livro da Torá? (Sugestão: peça às suas crianças para descobrir as diferenças, como um jogo à mesa de Shabat: há aproximadamente 30 diferenças).
            Antes de dar os Dez Mandamentos, o Todo-Poderoso disse a Moshe para informar o Povo Judeu: E agora, se Me ouvirem com atenção e observarem o Meu pacto, serão para Mim o mais amado tesouro dentre todos os povos, pois Meu é o mundo. Vocês deverão ser para Mim um reino de Cohanim (sacerdotes - um modelo de conduta para o resto do mundo) e uma nação santa (Shemót 19:5-6).
            O sogro de Moshe, Yitró, se junta ao Povo Judeu no deserto, aconselha Moshe sobre a melhor forma de servir e julgar o Povo -- apontando uma hierarquia de tribunais e juízes intermediários -- e retorna a Midián, sua terra natal. Os Dez Mandamentos são dados, sendo que os dois primeiros foram ouvidos direta e pessoalmente de Dus, por cada Judeu. O Povo, então, pede a Moshe para ser o intermediário na transmissão dos oito Mandamentos restantes, pois toda aquela experiência estava sendo demasiadamente intensa para eles.
            A porção conclui com o Todo-Poderoso dizendo a Moshe para instruir o Povo Judeu a não fazer imagens de Dus. São ordenados, então, a construir um altar de pedra, mas sem utilizar nenhum instrumento metálico em sua construção.



Dvar Torá: INCRÍVEL!!

      Semana passada lemos na Torá sobre a abertura do Mar Vermelho, a travessia do Povo Judeu, o afogamento dos perseguidores egípcios e o cântico de agradecimento a D'us pela salvação entoado por Moshe e todo os homens. Sobre as mulheres está escrito: “Miriam, a profetisa, irmã de Aharon, pegou o seu tambor e todas as mulheres a acompanharam com tambores e danças (Shemót 15:20)”.
Gostaria de compartilhar com vocês, queridos(as) leitores(as), o seguinte artigo escrito pelo Rabino Oizer Alport, do programa ‘Partners in Torah’ (www.partnersintorah.com). Desfrutem a beleza de seu ensinamento!

Alguns chamariam de otimismo insaciável. Outros de uma extrema confiança em D'us. Todos conhecemos alguém assim, uma pessoa que irradia alegria e uma eterna segurança de que não importa o quão sombria a situação pareça, a vida tem uma maneira curiosa de desenvolver as situações para o melhor. Não que tenham vidas fáceis, pois na realidade elas enfrentam muitos dos mesmos problemas com que nós nos defrontamos. Entretanto, estas pessoas decidiram empenhar-se ativamente para levar vidas felizes, transformando os proverbiais limões em limonada.
            Recentemente voltei de uma viagem para celebrar o 90º. aniversário de uma destas pessoas, a minha avó Doroti. Qualquer um que a conheça pode descrever o calor de seu contagiante entusiasmo. Quando o meu avô faleceu nove anos atrás, logo após seu 60º. aniversário de casamento, ela recusou-se a se autodestruir pela perda e declarou, com o seu sorriso contagiante, “A vida é para os vivos!”
            De maneira similar, depois que o Todo-Poderoso salvou o Povo Judeu abrindo o Mar Vermelho e afogando os seus perseguidores, os homens cantaram uma bela canção de agradecimento a D'us. As mulheres, entretanto, suplantaram os homens ao acompanhar o seu cântico com música e danças. De onde as mulheres conseguiram instrumentos musicais no meio do deserto?
            Rashi, o rabino Shlomo ben Ytschak (França, 1040-1104), um dos maiores comentaristas da Torá e do Talmud, explicou que as mulheres judias estavam seguras de que seriam merecedoras de mais milagres e assim sendo, trouxeram consigo instrumentos musicais para tocar quando fossem cantar louvores a D'us. Apesar dos séculos de sofrimento, elas permaneceram tão otimistas sobre a iminente salvação que mesmo quando o Povo Judeu teve de sair do Egito tão rapidamente que não houve tempo nem para a massa do pão crescer (este é o motivo pelo qual comemos Matsá em Pessach, uma massa de pão não crescida), elas empacotaram e trouxeram instrumentos musicais para celebrar a redenção.
            Recentemente houve uma tremenda seca em Israel que ameaçava destruir toda a safra agrícola daquele ano. Isto significaria a ruína financeira dos fazendeiros e uma possível catástrofe para aqueles que ficassem sem alimentos. Dias de jejum comunitário e de preces foram decretados, mas sem sucesso.
            Os líderes rabínicos então ordenaram que todos comparecessem ao Kotel (O Muro Ocidental, em Jerusalém) para derramar seus corações e implorar pela misericórdia Divina. Após recitar alguns capítulos de Tehilim (Salmos) e outras orações apropriadas, o céu claro começou a ficar cinzento e repleto de nuvens ameaçadoras, que logo deram lugar a um aguaceiro torrencial. Os presentes estavam tão radiantes de alegria por suas preces terem sido atendidas que nem se importaram que estavam ficando encharcados até os ossos. Todos menos um senhor de idade, um Rebe sentado numa cadeira de rodas que permanecia completamente seco – ele havia trazido um guarda-chuva.
            A vida seguramente nos manda muitos desafios nas áreas de saúde, finanças, casamento e família. Ainda que os testes que recebemos estejam além do nosso controle, podemos aprender uma importante mensagem das mulheres judias que saíram do Egito: a escolha de perseverar e viver cada dia com alegria e confiança está perfeitamente em nossas mãos!

Horário de Acender Velas de SHABAT: (17 de fevereiro)
S. Paulo: 19:24 h   Rio de Janeiro 19:10   Recife 17:23   Porto Alegre 19:50  Salvador 17:42  Curitiba 19:37
B. Horizonte 19:09  Belém 18:12  Brasília 19:21  Jerusalém 16:49  Tel Aviv 17:06  Miami 17:56  N. Iorque 17:14

Pensamento da Semana:

“Lembre-se: Eles são 10 Mandamentos e Não 10 Sugestões!
 
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